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Quem pagou os honorários e o jatinho dos advogados de Adélio?

O renomado jornalista José Nêumanne Pinto escreveu em sua coluna no Jornal Estadão que PF tem obrigação de, no mínimo, descobrir quem se fez passar por Adélio e registrar sua presença na Câmara, em Brasília, na mesma hora e local em que ele tentava matar Bolsonaro em Juiz de Fora-MG.

"Até agora policiais e procuradores que investigam atentado a faca contra Bolsonaro (PSL) em Juiz de Fora não responderam quem se dispôs a plantar álibi para seu autor, Adélio Bispo de Oliveira, ao registrar sua entrada na Câmara em 6 de setembro em horário próximo ao momento em que ele estaria tentando matar o então candidato favorito e hoje presidente" pontou, neste domingo (10).

Ao tentar matar Bolsonaro, Adélio cometeu atentado contra liberdade do cidadão de eleger presidente que queira. Foto: Fábio Motta/Estadão

Nêumanne Pinto lembrou que, como foi um crime contra a liberdade política de todo cidadão brasileiro de escolher o chefe de seu governo por 4 anos, "não há por que manter sob sigilo quem foi a Brasília plantar esse álibi, quem pagou os honorários e meios de locomoção (jatinhos) dos advogados do réu confesso e os laudos em que psiquiatras e psicólogos atestaram a doença mental que o tornam inimputável".

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