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Esfaqueador de Bolsonaro queria Maria do Rosário como testemunha de defesa

O site nacional O Antagonista publicou nesta terça-feira (28) que a defesa de Adélio Bispo de Oliveira tentou chamar como testemunhas em seu favor o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a deputada Maria do Rosário e o ex-BBB Jean Wyllys.

Também queria que falassem em seu favor o jornalista Reinaldo Azevedo e a cantora Preta Gil.

O objetivo era mostrar que o comportamento de Jair Bolsonaro, criticado por todas essas testemunhas, teria contribuído para o atentado, motivando Adélio a praticar o crime.

Os pedidos foram rejeitados a pedido do Ministério Público, que apontou que nenhum deles presenciou o fato nem teve contato prévio com Adélio.

“Só dariam ar sensacionalista para o processo, e resultaria em novas ofensas à vítima”, disse a O Antagonista o procurador Marcelo Medina.

O juiz federal Bruno Savino, da 3ª vara da Justiça Federal em Juiz de Fora (MG), concluiu que Adélio Bispo de Oliveira, o autor da facada no presidente Jair Bolsonaro , tem transtorno delirante persistente, segundo pareceres médicos da defesa de Adélio e de peritos escolhidos pela acusação, que o torna inimputável. Ou seja: não pode ser punido criminalmente.

Se condenado na ação penal que tramita na mesma vara, Adelio Bispo cumprirá pena em um manicômio judiciário , e não em uma prisão tradicional.


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