Segunda, 23 de novembro de 2020   -     16:16 |

Enfermeiro é suspeito de estuprar acompanhante em hospital de Teresina

Foto: Reprodução

A Polícia Civil está investigando um enfermeiro suspeito de estuprar uma mulher que acompanhava um paciente internado em um hospital particular no Centro de Teresina. O homem trabalha no hospital onde o crime teria acontecido, segundo a polícia.

A direção do Hospital São Marcos declarou que não existe a prática de administração de quaisquer medicamentos para acompanhantes de pacientes, e se colocou à disposição da Justiça para ajudar a elucidar o caso. O Conselho Regional de Enfermagem (Coren-PI) informou que está averiguando o caso junto à chefia de enfermagem, para então abrir um processo ético.

De acordo com a Delegacia da Mulher, o estupro aconteceu dentro do hospital, no mês de outubro. O enfermeiro teria dopado a vítima e cometido o crime dentro do quarto, na noite em que a mulher estava no hospital acompanhando um paciente internado.

Depois do crime, a mulher registrou um Boletim de Ocorrência relatando o caso, e passou por exames periciais no Instituto Médico Legal (IML), que comprovaram o crime.

O caso segue sendo investigado pela Delegacia da Mulher, que deve concluir o inquérito para pedir a prisão do suspeito.

  • Hospital São Marcos

O Hospital São Marcos, após tomar conhecimento de grave denúncia através da imprensa, esclarece ao público que não existe a prática de administração de quaisquer medicamentos para acompanhantes de pacientes. Caso isso tenha ocorrido, foi a partir de uma situação específica, relação pessoal de confiança que havia entre a vítima e o suposto agressor. O hospital repudia qualquer tipo de violência contra mulheres, menores, incapazes, idosos e quaisquer outros vulneráveis, está à disposição da Justiça e tomará as providencias cabíveis de maneira rigorosa, nos termos da Lei.

  • Coren-PI

O Conselho Regional Enfermagem - Piauí (Coren-PI) ainda não recebeu essa denúncia oficialmente, mas que está averiguando junto à chefia de enfermagem, para então abrir um processo ético.

*Com informações do G1

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