Quinta, 17 de outubro de 2019   -     15:26 |
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Coluna Coluna Feitosa Costa

Margarete fica contra Moro para agradar o PT e ser candidata a governadora

Ouvidos por este repórter sobre a postura da deputada Margarete Coelho, do Centrão, em relação ao pacote anticrime de Sérgio Moro, quatro políticos altamente experientes, entre eles um deputado federal, foram na mesma linha de pensamento:

“Margarete quer agradar ao PT e conquistar a confiança definitiva de Wellington Dias para ser sua candidata a governadora em 2022, passando a perna no senador Ciro Nogueira".

A estratégia da deputada federal, que já exerceu o cargo de vice-governadora ao lado de Wellington, consiste, segundo análises dos experientes políticos, em manter o bom relacionamento com a ala petista do Piauí para antecipar-se a possíveis avanços do senador Marcelo Castro, que também desfruta do carinho de membros do Partido dos Trabalhadores (PT) e que sonha ser candidato ao governo na corrida de 2022.

Para ganhar espaço neste cenário, Margarete mantém-se na construção de pautas contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e, principalmente, no desmanche do pacote anticrime proposto por Sergio Moro, Ministro Nacional da Justiça e Segurança Pública, fazendo a alegria da plateia petista.

EXCLUSIVAS

El-Mano

Elmano Férrer retirou sua assinatura da CPI da Lava Toga e sumiu, escafedeu-se dos corredores do senado.

Decepção

Kajuru classificou a decisão de Elmano como uma grande decepção e afirmou que não coloca mais a mão no fogo por ninguém no senado.

Duas caras

Jorge Kajuru afirmou que tem "cara que assina para negociar" a retirada do apoio.  

Fim da linha

Sem Elmano, não há mais assinaturas suficientes para instauração da CPI que visava investigar a conduta ética e operacional de membros da mais alta Corte do Judiciário.

Seriam necessárias 27 assinaturas de senadores.

Será mesmo?

Há quem diga que a proposta da CPI Lava Toga era uma estratégia de paralisia e inviabilização do governo arquitetada por senadores da esquerda.

Tem gente afirmando que uma parcela dos apoiadores de Bolsonaro caiu na armadilha de acirramento institucional criada para desgastar o presidente.

É fato

A esquerda e o fisiologismo político do centrão, juntamente com a grande imprensa, jamais se conformaram com a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Quem ainda duvida?

Juntos têm a firme decisão de inviabilizar a continuidade de seu mandato ou no mínimo inviabilizar seu plano de governo.

Preste atenção

Uma sequência de episódios pode ser identificada nesses primeiros oito meses e meio de governo, mostrando claramente esse embate surdo que todo o grupo político do centrão tem feito contra um presidente que conta com amplo apoio da população.

Tudo atrasado

A guerra é tão grande nos bastidores em Brasília, que ninguém mais fala na reforma da previdência ou na reforma tributária.

É esse o resultado que os adversários de Bolsonaro mais querem.

Bolsonaro e Firmino


O governo federal aprovou a liberação de duzentos milhões de reais para investimentos na construção de escolas em Teresina.

Em nome de Bolsonaro, Paulo Guedes assinou o orçamento que contempla a gestão de Firmino Filho na capital do Piauí.

Denúncia

O vereador Dudu Borges escreveu que a população de uma ocupação da zona leste de Teresina está sendo intimidada e humilhada pela Prefeitura.

Truculência

Dudu falou que é inaceitável a utilização da força e arrogância para que as pessoas que necessitam de uma casa desocupem a área.

O parlamentar irá propor uma audiência pública para discutir a situação para uma solução pacífica na câmara da capital. 


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