Sexta, 15 de novembro de 2019   -     04:37 |
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Coluna Coluna Feitosa Costa

Evaldo Gomes, deputado governista, diz que secretário de saúde é ruim

O presidente estadual do Solidariedade, deputado Evaldo Gomes, que faz parte da base do governo de Wellington Dias (PT), afirmou da tribuna da Assembleia Legislativa que o Estado tem um secretário de saúde ruim. 

Evaldo reforçou às críticas da oposição ao afirmar ontem (05) que o advogado e administrador Florentino Neto, à frente da Sesapi desde maio de 2017, não resolve os problemas básicos de saúde no interior e que por isso a insatisfação da população com o governo.

O deputado pegou um ganho da fala do também deputado Gustavo Neiva (PSB) que revelou que existem servidores do hospital de Castelo que estão sem receber seus salários há quase 11 meses. 

O posicionamento de Evaldo Gomes repercutiu nos bastidores da política. Fontes fidedignas garantem que Florentino Neto ficou furioso com mais um tiro dado por um aliado do governo.

EXCLUSIVAS

Pressionado

Florentino Neto tem sido o principal alvo de críticas em todo o Piauí por causa dos problemas graves denunciados na área da saúde.

A maioria dos casos repercutem negativamente para o secretário com a divulgação feita pela comissão parlamentar liderada pela deputada Teresa Brito. 

Só pensa nisso

Evaldo Gomes quer emplacar o solidariedade na vaga de vice da chapa do candidato indicado por Firmino em Teresina.

Resta saber se o partido tem um nome à altura, sendo que há poucos dias Evaldo estava também no gabinete de Fábio Abreu com a mesma conversa. 

Coragem para mudar

A proposta de unificar cidades com menos de 5 mil habitantes é simplesmente uma das melhores dos últimos anos na busca pelo equilíbrio fiscal e financeiro das contas públicas no Brasil.

Quebra o sistema de dependência do estado e diminui o sofrimento da população.

Um marco histórico

Não apenas a aglutinação de municípios que não têm arrecadação própria, mas a criação de regras para recebimento de recursos da união, ordenamento de programas sociais e a divisão dos recursos do pré-sal que vai encher os cofres das prefeituras e estados para melhorias na qualidade de vida das pessoas.

Mais investimentos

Outro golaço do governo trata-se do pacto federativo que dá mais autonomia financeira para estados e municípios. Uma grande conquista para os brasileiros que pode render mais de R$ 400 bilhões em 15 anos.

Um olhar para o futuro

Na prática, o governo quer organizar a casa para mandar mais dinheiro às prefeituras para execução de serviços qualificados à população.

Para tanto, combaterá roubos por meio de conselho fiscal da república, cobrará estrutura administrativa, gastos com eficiência e responsabilidade dos gestores.

Causa e efeito

Prefeitos e governadores corruptos que não têm compromisso e costumam endividar suas cidades e estados poderão sofrer sanções. 

Os velhos ladrões do dinheiro do povo estão apavorados.

Avaliação

Os mais renomados economistas do país afirmam que as medidas apresentadas pelo governo podem ser comparadas em termos de importância ao Plano Real (1994) e ao PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo), elaborado em 1964 pelos ministros Octávio Gouvêa de Bulhões e Roberto Campos.

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