Quarta, 15 de julho de 2020   -     07:42 |

Coluna Coluna Feitosa Costa

Doutora Marina Bucar disponibiliza novas sugestões para uso de corticoides em pacientes da covid-19

A médica e pesquisadora Marina Bucar Barjud, coordenadora científica da Universidade Espanhola de Zaragoza, tem feito muitos esforços por meio das plataformas digitais para disponibilizar atualizações do protocolo à base de hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina e corticoides usado no tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Ontem (28), por exemplo, Dr. Marina Bucar postou numa rede social um esboço com informações de como deve ser aplicado o método de terapia corticoidea contra a Covid-19. Basicamente, trata-se uma qualificação das doses de corticoides a ser aplicadas por médicos mediante diagnóstico da doença e consentimento do paciente (De acordo com o protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde).

“Estou muito feliz com os relatos de vários grupos e colegas do impacto positivo no prognóstico dos pacientes depois do início da corticoterapia. Uma menção especial ao Dr Zeballos que realizou um trabalho admirável quando esse tratamento ainda não era tão conhecido no Brasil. Mas não quero esquecer de lembrar do trabalho titânico de vários outros grupos e espero ainda fazer um vídeo sobre”, disse numa rede social.


A médica alerta que está por ser definida a dose de corticoides mais adequada, porém, reforça “estas são sugestões a partir das recomendações de alguns hospitais de Madrid (na Espanha) e da experiência posterior tanto em Madrid como no Brasil”. Parte das informações são disponibilizadas em vídeo-conferências mundiais e artigos científicos.

Doutora Marina ressalta ainda os trabalhos já desenvolvidos com resultados positivos do protocolo. “Até o presente momento ratifico o restante das recomendações (à base de hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina e corticoides) que fiz em outras ocasiões, mas essa postagem é apenas sobre o corticoide porque muitos ainda me perguntam”.

NOTÍCIAS POSITIVAS

Desde o anúncio da recuperação de pacientes com uso deste mesmo protocolo no Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano, Piauí, médicos do país inteiro começaram a entrar em contato com a Doutora Marina Bucar Barjud para tomar conhecimento da eficácia dos procedimentos contra o coronavírus.

A luta é grande, também para superar organizações que tentam desqualificar o coquetel. Há um forte movimento nos bastidores para censurar o eficiente protocolo que vem sendo aplicado em diversos hospitais públicos e privados do Brasil para salvar vidas de pacientes que sofrem com os sintomas da doença.

Por outro lado, não faltam relatos de pessoas curadas a partir dos procedimentos nas fases I (infecciosa) IIA (inflamatória sem hipóxia). Algumas chegaram a estar à beira da morte em Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) dos grandes centros de saúde.


Esta Matéria é assinada pelos Jornalistas Feitosa Costa e Francisco Barbosa

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