Quarta, 15 de julho de 2020   -     07:52 |

Coluna Coluna Feitosa Costa

Ator da Rede Globo é atacado depois de exibir matéria do Portal Carta Piauí sobre cloroquina contra o coronavírus

Existem fortes evidências de que uma organização do submundo trabalha na internet para tentar desqualificar todo e qualquer defensor do estabelecimento da Cloroquina como tratamento eficaz no combate ao Covid-19. Até médicos que se colocam à favor estão sendo vítimas de perseguições nas redes sociais.

Este Portal começou a investigar movimentos estranhos depois que revelou que leitos de UTIs foram esvaziados com a execução de métodos de um eficiente protocolo usado em Floriano do Piauí, à base de hidroxicloroquina, azitromicina e corticoides, no tratamento precoce dos sintomas do novo coronavírus.

A partir da publicação, o Carta Piauí começou a sofrer uma série de ataques e chegou a sair do ar por duas vezes na mesma semana. Quando a matéria atingiu 300 mil acessos, sites como “Os Fatos” denunciaram este veículo de comunicação para Redes Sociais como Facebook e Google, justificando que tratava-se de "Fake News", com a finalidade de retirar do ar o conteúdo que mostra resultados positivos na recuperação de pessoas infectadas.


Mesmo com os vídeos oficiais dos médicos Sabas Vieira e Marina Bucar Barjud, que sustentam o enunciado da reportagem, os ataques continuaram ardosamente, sobretudo quando a Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, resolveu visitar o Piauí para conhecer o protocolo usado também na Espanha.

Na mesma semana, o consagrado ator Júlio Rocha, estrela de filmes e novelas como Fina Estampa, Duas Caras, Amor à Vida, dentre outras peças da teledramaturgia brasileira, de grande sucesso, também sofreu um duro ataque nas redes sociais ao compartilhar para milhões de pessoas a informação do Portal Carta Piauí sobre o uso do protocolo orientado pela Doutora Marina Bucar Barjud.

Visivelmente contrariado, o ator classificou como gravíssimas as mensagens que recebeu de organizações que agem no submundo da internet.

Assista:

Apesar do claro movimento de perseguição que tem sofrido, Julio Rocha continua ativo na defesa do sinal de esperança para salvar vidas de pessoas infectadas pela doença. Ele tem feito contatos com médicos para tirar dúvidas e levar informação aos mais de 550 mil seguidores no Facebook. 

 PRIMEIROS CASOS NO PIAUÍ

Seguindo protocolos sob orientação da conterrânea Doutora Marina Bucar Barjud, que mora em Madri, coordenadora científica da Universidade de Zaragoza, na Espanha, médicos de Floriano estão salvando pacientes do coronavírus com aplicação de um eficiente coquetel à base de hidroxicloroquina, azitromicina e corticóides.

Os jornalistas Feitosa Costa e Francisco Barbosa revelaram nesta semana, em 1ª mão, que os pacientes deram entrada com sintomas da doença e foram submetidos aos procedimentos nas fases I (infecciosa) IIA (inflamatória sem hipóxia). Conforme o oncologista Sabas Vieira, com rápida evolução positiva dos quadros clínicos após aplicação dos remédios, nenhuma das pessoas precisaram ser internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Com relevado por esta coluna, a médica Marina Bucar Barjud, também de Floriano, uma das mentoras do protocolo, tratou mais de 600 pacientes em Madrid, onde a taxa de mortalidade por Covid-19, a partir dos mesmos procedimentos, caiu de 20% para 1,8%.

MEDIDAS PARA O ENFRENTAMENTO

Após vários dias de debates, estudos e aprimoramento, com apoio de classes científicas e médias, o Ministério da Saúde divulgou na quarta-feira (20) o novo protocolo que libera, no Sistema Único de Saúde (SUS), a utilização da cloroquina para casos leves e graves de Covid-19.

A mudança era defendida pelo presidente Jair Bolsonaro desde quando as primeiras pesquisas surgiram com resultados positivos obtidos através do medicamento no combate ao coronavírus.

Com a nova regra, o Brasil se junta a países como Espanha, Itália, EUA e Reino Unido que já utilizam o fármaco para combater a doença, mesmo em suas fases iniciais. O novo protocolo mantém a necessidade de o paciente autorizar o uso da medicação.


De acordo com o novo protocolo, os pacientes com Covid-19 em grau leve serão tratados com a Cloroquina, na dosagem de 450 miligramas, ou com o Sulfato de Hidroxicloroquina, na dosagem de 400 miligramas, a cada intervalo de 12 horas no primeiro dia e a cada 24 horas do segundo ao quinto dia.

Além dos antimaláricos, deverá ser receitado o antibiótico Azitromicina, aplicado na dosagem de 500 miligramas, apenas uma vez por dia durante os cinco primeiros dias do tratamento.

O protocolo ressalta que a utilização do medicamento só deve ser feita após avaliação médica, com realização dos exames e testes necessários.

Esta Matéria é assinada pelos Jornalistas Feitosa Costa e Francisco Barbosa

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