Domingo, 17 de outubro de 2021   -     12:40 |

Coluna Coluna Feitosa Costa

Assista: Empresário que mandou matar advogado e ameaçou deputado é preso Polícia do Piauí

Norman Gonçalves de Sá foi preso na noite de ontem (07), na cidade de Parnaíba, enquanto jantava num restaurante, no litoral do Piauí. Consta que ele era fugitivo da Justiça do Maranhão, Estado vizinho, onde foi condenado a 26 anos e dois meses de prisão, pelo crime de homicídio.

Júnior do Posto, como é conhecido, é acusado de ter mandado matar o advogado Almir Silva Neto, 41 anos, em dezembro de 2008, na cidade de Barra do Corda do Maranhão.

O corpo do advogado foi encontrado carbonizado dentro de um veículo modelo Fiat Uno, na zona rural do referido município.

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Investigações feitas há época desvendaram que a morte do jurista foi motivada por um suposto caso amoroso que ele mantinha com a esposa do acusado de encomendar o crime. 

O empresário vinha sendo monitorado por uma equipe do serviço de inteligência da Polícia Militar do Piauí. Norman foi preso na frente da filha e do genro, no litoral piauiense. 

Facetas do crime

Foragido há quase 10 anos, Norman chegou a utilizar vários disfarces. Segundo as informações, ele fez algumas cirurgias plásticas para tentar despistar a polícia.

Foi uma ameaça ao deputado estadual Rigo Teles, em 2019, que despertou o fortalecimento de novas diligências para prendê-lo. Nornam gravou áudios ameaçando de morte o parlamentar, os filhos de um desembargador e de um juiz do Maranhão.

Encontrado

Norman de Sá é empresário do ramo de postos de combustíveis em várias cidades do Maranhão. Após a prisão no restaurante, ele foi encaminhado para a Central de Flagrantes, e em seguida para a Penitenciária Mista de Parnaíba, onde vai aguardar ser recambiado para o estado vizinho, onde deve cumprir a pena.

MAIS ACUSADOS, PRESOS

Mais três pessoas foram presas na cidade de Barra do Corda, acusadas de envolvimentos na trama criminosa que vitimou o advogado. José Vieira da Silva, o “Mansidão”, apontado como o executor, e Nilton Wiess, conhecido por Otinha, suspeito de ter dado apoio a José Viera, e uma suposta namorada do empresário, que teria sido usada como isca, para atrair o advogado para emboscada, identificada por Elaine Cristina Gonçalves.

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