Domingo, 17 de outubro de 2021   -     12:28 |

Daniel Azambuja justifica sequência ruim do Ceará na Série A pela perda de jogadores a cada rodada

O Ceará não vence há quatro rodadas na Série A do Brasileiro. A sequência ruim, pelo menos, só veio após o time alcançar a marca, considerada segura, dos 45 pontos. De lá para cá foram doze disputados e apenas um faturado.

Para Daniel Azambuja, que integra a comissão técnica do Ceará e foi responsável por comandar o Vovô na derrota por 3 a 1 para o Fluminense, a queda de produção tem a ver com as perdas de jogadores que o clube tem sofrido rodada a rodada, por diferentes fatores.

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“Muitas situações vêm acontecendo com a equipe, (como) mudança de jogadores. Perdemos alguns jogadores em função de lesões, de cartões, então essa rotatividade em final de campeonato é uma situação que temos que administrar muito bem, mas dentro dos nossos objetivos ainda está a confirmação da vaga na Copa Sul-Americana e ainda atingirmos objetivos maiores”, disse Azambuja, em coletiva após a partida entre Ceará e Fluminense.

O interino sabe, no entanto, que com a derrota em casa para o time carioca, a possibilidade de pré-Libertadores ficou bem complicada. “Era nossa situação hoje, no pré-jogo, mas agora precisamos olhar a tabela, ver o que a gente pode conseguir ainda e sustentar essas situações nos próximos jogos para gente conseguir atingir esses objetivos que tanto quer para o clube”, completou.

Sobre a derrota para o Fluminense no Castelão, Azambuja destacou a falta que fizeram jogadores como Samuel Xavier, Lima e Cléber, que não tinham condições de jogos, todos por lesão. Por serem três titulares, segundo ele, a ausência dos três causa desentrosamento.

“São jogadores muito importantes ao longo da temporada e do campeonato, participaram da maioria dos jogos, então a equipe perde um certo entrosamento, uma certa forma de executar o jogo dentro da ideia do Guto (Ferreira), da nossa ideia do jogo. O Samuel (Xavier) é titular há três anos no clube, o Lima nos últimos jogos vem fazendo essa função pelo lado e também é titular, e o Cleber ganhou titularidade este ano. A gente perde quase 30% da equipe (titular) e tem que fazer modificações, até pelas características dos jogadores que entram no lugar deles”, justificou.


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