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PRB faz reunião para discutir estratégia proporcional em possível aliança com Elmano

 
 Foto: Assessoria

A possibilidade do PRB aderir à pré-campanha do senador Elmano Férrer (Podemos) não está totalmente descartada. Neste domingo (03), o presidente da sigla no Piauí, Pastor Gessivaldo Isaías, deve reunir a executiva para discutir a possível aliança. A legenda discute a indicação do cantor Frank Aguiar para ser candidato a uma vaga de senador na chapa encabeçada por Elmano.

O plano era que a indicação ocorresse na chapa do governador Wellington Dias, mas sem espaço, o PRB não descarta a possibilidade de seguir para a oposição. Apenas um ponto estaria atrapalhando a mudança: a disputa proporcional.

O partido quer saber se os candidatos da sigla como o próprio Gessivaldo, que busca a reeleição de deputado estadual, e o suplente de deputado federal Silas Freire, teriam espaço na chapa proporcional que será montada pelos partidos emergentes que apoiam Elmano Férrer. O PRB mira atingir a cláusula de barreira. 

Silas Freire afirma que é preciso discutir essas questões com os demais partidos que apoiam Elmano. “Vamos sentar para discutir esse assunto. Algumas perguntas precisam ser feitas no debate. Os partidos emergentes que ficarão com Elmano aceitariam a chegada de Silas como candidato a deputado federal? Pode eleger dois se os cálculos forem feitos. Os emergentes aceitariam o Pastor Gessivaldo Issaias chegando na chapa de deputado estadual? Pode eleger até três. Temos que saber disso. Se comportará a nossa estratégia eleitoral proporcional e a nossa estratégia majoritária”, afirmou.

Apesar do PRB não descarta a aliança com Elmano, Silas diz que a prioridade ainda é a parceria com o governador Wellington Dias. “A nossa prioridade é conversar com o governador Wellington Dias. O Gessivaldo era secretário do Trabalho até abril, com a nossa chegada, meu grupo político coordena a pasta da Piscicultura, então temos que conversar e dialogar. Prioritariamente temos que conversar com o governo. Para deixar de conversar com o governador temos que ser homens e entregar as pastas que temos. É um debate normal da política”, destacou.




Lídia Brito
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