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OPOSIÇÃO AO PIAUÍ

Oposição ao velho estilo: quanto pior, melhor. Esse tem sido o comportamento da oposição ao governo do Piauí, dentro e fora da Assembleia Legislativa. 

Dispondo de boa capacidade de endividamento, uma vez que a dívida pública do Piauí baixou de cerca de 60% da Receita Corrente Líquida em 2014 para cerca de 41% em 2017, o governo Wellington Dias, recorreu a operações de crédito como forma de realizar investimentos em áreas importantes como infraestrutura: rodovias, mobilidade urbana e saneamento básico. 

Desde o início do ano passado, a concretização dessas operações de crédito com a Caixa tem sido uma verdadeira prova de obstáculos. Primeiro a oposição vociferou que o governo estava endividando irresponsavelmente o Estado. Na prática, o governo demonstrou por meio do Balanço Geral do Estado que o endividamento baixou nesta gestão, como já me referi acima. 

Depois a oposição passou a trabalhar contra a assinatura dos contratos e, uma vez assinados, adotou postura irresponsável de trabalhar sistematicamente contra a liberação dos recursos. Apresentou denúncias de todo tipo e fez pressão pessoal na Caixa, no Tribunal de Contas do Estado, no Tribunal de Contas da União, na Justiça e nos gabinetes brasilianos. 

Enfim, o que importa à oposição é paralisar o Piauí sem se preocupar com os prejuízos que isso provoca para toda a população. Sem os recursos obras pararam e outras não foram iniciadas. Isso representa aumento do desemprego, redução da circulação de dinheiro na economia atingindo diretamente o comércio, queda da arrecadação. 

Diante dessa postura insana da oposição, o governador Wellington Dias manteve sua equipe trabalhando de modo paciente e persistente. Agora com as decisões equilibradas do TCE e do TCU, a Caixa poderá liberar os recursos e obras que já poderiam estar concluídas serão retomadas, enquanto outras serão iniciadas. 

À oposição fica uma dura lição, que espero ainda seja capaz de aprender: mesmo com muitas contradições a política brasileira amadurece em alguns aspectos. E um deles é justamente o que diz: é legítimo e saudável existir oposição ao governo, mas é inaceitável existir oposição ao desenvolvimento do Estado. 



* Merlong Solano - Ex-secretário estadual de Governo e suplente de Deputado Federal 

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