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Jeová diz que PSL apoiou eleição e fala em influência de 'forças estranhas'

O presidente da Câmara Jeová Alencar (PSDB) rebateu asacusações do PSL de que não foram seguidas as regras de proporcionalidade debancadas e a cota de mulheres na eleição da mesa diretora. O vereador disse queestranhou a atitude do partido de entrar com uma ação, já que, segundo Jeová, opróprio Sérgio Bandeira, presidente do PSL, participou indiretamente do pleito.

Jeová Alencar afirmou que Sérgio Bandeira e Ricardo Bandeiraestiveram dias antes na Câmara para manifestar apoio à reeleição do vereadorpara presidência. Ainda segundo o presidente, o PSL foi convidado para fazerparte da chapa, mas o vereador Luís André (PSL), que é o atual vice-presidente,não aceitou. 

“No regimento não tem nenhum parágrafo dizendo que overeador é obrigado a fazer parte da mesa, diz que tem que ser proporcional otanto quanto for possível. O vereador Luís André foi convidado e a vereadoraTeresinha não veio votar. O próprio Ricardo Bandeira, junto com o Sérgio, veioaqui na Câmara se propondo a adiar a viagem dele a Portugal e que renunciariasecretaria e votaria em mim”, declarou Jeová.


O presidente da Câmara, Jeová Alencar, rebateu as declarações de Sérgio Bandeira (Foto: Moura Alves/O Dia)

O presidente da Casa acredita que “forças estranhas” tenhaminfluenciado o dirigente do partido a questionar a eleição. “Todo mundo sabe daligação do Sérgio com o poder público municipal. Eu lamento o partido ser usadopara determinados desejos particulares”, disse.

Jeová Alencar disse que a Casa ainda não foi notificada eque irá prestar todos os esclarecimentos quando for necessário. 

“Estão querendo criar um poder ditador em Teresina”

O presidente Jeová Alencar continua ratificando a legalidadeda eleição que aconteceu em novembro do ano passado. Ele afirma que osvereadores do PSL – Luís André e Teresinha Medeiros – não reivindicaram vaga namesa e garante que a Casa tem autonomia para decidir sobre seu funcionamento.

Para Jeová, a liminar não tem fundamentação sólida paradesfazer o resultado do pleito e/ou determinar nova eleição. “O Sérgioingressou com uma liminar que já entrou sem nexo. É uma liminar frágil. Nãotenho nenhuma mágoa, ao contrário, eu tenho é pena por ele estar sendo usadopara fazer um papelão desses”, pontuou.

O parlamentar disse ainda que direcionar a Câmara de acordocom interesses particulares. “Estão querendo criar um poder ditador emTeresina. Os poderes são harmônicos, mas são independentes entre si. Teremos obom trato com a prefeitura, mas nunca nos curvaremos a quem quer que seja”,finalizou.

 



Por:  Ithyara Borges
Fonte: Portal O Dia 

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