Processo contra capitão na PM está perto da conclusão

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 Foto: Reprodução

O comandante-geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Carlos Augusto, adiantou nesta segunda-feira, em entrevista, que o Conselho de Justificação, que apura a conduta do capitão Allisson Wattson da Silva Nascimento, réu confesso da morte da estudante de Direito Camila Abreu, em 26 de outubro passado, está avançado. Em casos semelhantes ao do oficial da PM, a expulsão foi a pena aplicada ao devio de conduta. 

"As pessoas quando tem desvio de conduta, a medida é a da lei. À PM cabe fazer o que tem sido feito. O processo está bastante adiantado e em todos os casos como este a Polícia Militar sempre optou pela expulsão. Não poderia antecipar pois seria infração dla minha parte", explicou o comandante ao Jornal do Piauí (TV Cidade Verde). 

Integram o Conselho de Justificação, o coronel Edson Ferreira da Silva, tenente-coronel Jorge de Sousa Lima e major José Wilson Gomes da Silva Nascimento. O Conselho terá um prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 20, a critério do comandante-geral da PM, coronel Carlos Augusto. 

Caberá aos membros do Conselho de Justificação a apuração do homicídio qualificado, ocultação de cadáver e destruição de provas, conforme o inquérito policial 104/2017, da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil do Piauí. No inquérito, entregue no dia 30 de novembro à Justiça, o acusado foi indiciado por três crimes: homicídio duplamente qualificado - por feminicídio e sem chances de defesa à vítima -, ocultação de cadáver e fraude processual.    



Fonte: PM
Editor: Paulo Pincel 


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