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Advogado é preso com arma de fogo nos festejos de Campo Maior

Advogado é preso com arma de fogo nos festejos de Campo Maior 
 Foto: Reprodução

A Polícia Militar prendeu em flagrante, na madrugada deste sábado (02/06), na Praça Bona Primo em Campo Maior, o advogado Matheus Tersandro de Castro Brandao. Ele estava com sinais visíveis de embriaguez e postava uma pistola 380, sem documento e sem poste.

Segundo o comandante do 15º Batalhão major Etevaldo Alves, o homem estava acompanhado de outros colegas e consumia bebidas alcoólicas em uma das barracas dos festejos de Santo Antonio e fazia questão e exibir a arma de fogo. As pessoas se sentiram ameaçadas e acionaram a polícia,

“Eram por volta das 02:hs da madrugada quando a guarnição foi acionada por populares, que disseram se sentiram ameaçados com a presença do advogado, visivelmente embriagado, exibindo a pistola, representando um risco real a quem estava nas proximidades” disse Etevaldo.

Matheus Tersandro, que é de Teresina, recebeu voz de prisão dos militares e desacatou os policiais. Na Delegacia de Campo Maior, também desacatou os policiais civis de plantão, motivos pelos quais ainda permanecia preso até as 10:45 deste sábado. "Não tem motivo para o mesmo ser solto. Estamos fazendo todos os procedimentos legais" disse o Delegado Andrei Alvarenga, que confirmou os desacatos do advogado aos policiais. "O crime de poste de arma é afiançável. Desacato não", concluiu Andrei.

OAB FOI INFORMADA SOBRE O CASO

A representação subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Campo Maior foi acionada para ter ciência de que um de seus membros foi preso. O Em Foco falou com o presidente da subseção de Campo Maior, advogado Wilson Espíndolo que se encontra fora da cidade, mas disse que foi informado da situação.

Segundo Wilson Espíndola, o advogado realmente estava com a arma de fogo sem munição, mas mesmo assim foi preso. O advogado não estava no exercício da advocacia e continua preso. Vai acontecer uma audiência de custódia com o juiz. A OAB está acompanhando o caso e dando auxílio ao profissional em razão do direito de ficar em uma sala reservada por ser portador de curso superior. (parágrafo atualziado com a fala do presidente da subseção da OAB).  



Fonte: Fala Piauí 

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