Medico piauiense está recolhido no presidio de Pedrinhas

Acusado de ser um dos principais operadores de um esquema de corrupção na Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão, o médico piauiense Mariano de Castro e Silva, preso na manhã da última quinta-feira em Coroatá, no vizinho estado, já se encontra na penitenciária de Pedrinhas cumprindo prisão temporária que pode ser transformada em preventiva. Em Teresina o médico mora na zona leste de Teresina e tinha aqui uma atuação discreta. Esta coluna registra o momento em que o médico recebeu uniforme de presidiário.

Médico Mariano de Castro Silva em Pedrinhas

O médico com uniforme de presidiário

 

Diretor do Samu

Apanhado na operação "Pegadores" juntamente com outros três assessores do Governo do Maranhão, Mariano é diretor do Samu de Coroatá e segundo informações da Polícia Federal vinha sendo investigado há algum tempo.

Operação política

O secretário de Articulação Política e Comunicação do Estado do Maranhão, jornalista Marcio Jerry,  o segundo homem mais forte do Governo do Maranhão, classificou a atuação da Polícia Federal como "ma operação política".

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Marcio Jerry      (Foto: Reprodução)


Influência de Sarney

Marcio Jerry comentou para a imprensa que a operação foi influenciada pelo ex-presidente José Sarney, deixando altamente irritados setores da Polícia Federal.

Desvio de 18 milhões

O grupo teria desviado R$ 18 milhões da Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão e todos exerciam função de assessor, como levantou a Polícia Federal.

A reação de Firmino

O prefeito Firmino Filho deve começar a emitir sinais nesta segunda-feira de que não "passará em branco" a derrota que lhe foi imposta na Câmara Municipal.

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Firmino Filho      (Foto: Reprodução)


Mudanças

Firmino pode começar anunciando mudanças no seu secretariado retirando espaços dos vereadores da base que se insurgiram e permitiram a eleição antecipada.

"Inocente úteis"

Um dos mais próximos assessores de Firmino Filho me disse que os vereadores que apoiaram Jeová Alencar "foram inocentes úteis".

Tudo a ver com 2018

O mesmo assessor do prefeito disse que foi colocada para os vereadores "uma história mentirosa" de que o prefeito não queria a permanência de Jeová Alencar à frente da Câmara Municipal. "A verdade", segundo o assessor, é que tudo tem a ver com a eleição de 2018.

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