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João Vicente é ''aclamado''como governador na festa de Robert Rios

A festa no sitio do deputado Robert Rios na estrada de Altos que ele realiza todos os anos para reunir colegas da Policia Federal e políticos começou ao meio dia e entrou pela noite.Faltavam 30 minutos para as 18 horas quando uma Pajero Dakar Preta vez uma manobra no amplo pátio para encontrar estacionamento.

O carro estava ocupado por uma única pessoa.Manobra concluída o ocupante desceu vestindo calça Jean e camisa branca de mangas curtas.Um motorista que estava no estacionamento se dirigiu ao dono da Pajero é o saudou da seguinte maneira: " o Sr será o nosso governador".O dono da Pajero agradeceu a saudação com um sorriso e foi cumprimentar o repórter que o aguardava no pátio.A seguir se dirigiu às dezenas de mesas que acomodaram pelo menos duas centenas de convidados.  

Três ou quatro minutos depois o dono da Pajero se dirigiu a uma mesa em que se encontravam o ex-governador Wilson Martins e os deputados federais Heráclito Fortes e Átila Lira.Um outro integrante da mesa que não é político gritou: " chegou o nosso governador". 

"O nosso governador" ao qual o ocupante da mesa se referiu era o empresário João Vicente Claudino, ex-senador da República e provável candidato a governador do Estado pelas oposiçôes.
 



 O staff da mesa de Wilson, Heráclito e Átila foi ampliado com a presença de João Vicente. Pouco tempo depois o marqueteiro do governador Wellington Dias, Siqueira Campos se aproximou e foi acomodado na mesa. Um outro governista, Sergio Vilela, assessor de Wellington, foi se chegando, chegando e se sentou entre Heráclito e Wilson.  

Os retardatários da festa foram Flávio Nogueira pai, ex-deputado federal e Flávio Nogueira Junior, deputado estadual e secretário de Turismo do Governo do Estado. O primeiro é presidente estadual do PDT, partido ao qual Robert Rios ainda está filiado.  

Wilson Martins, que durante muito tempo esteve na festa, foi o primeiro a deixar a mesa, por volta de 19 horas de ontem. Depois de se despedir de todos se dirigiu a dois repórteres que ainda acompanhavam os movimentos, colocou as mãos no ombro de cada um e afirmou: ''não tem a menor chance de Wellington ganhar a eleição''.

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