Advogado ainda acredita que Fernanda Lages foi assassinada

O advogado Lucas Villa, que acompanhou todo o processo de investigação em torno da morte da estudante Fernanda Lages Veras, cujo corpo foi encontrado ao amanhecer do dia 25 de agosto de 2011, nos fundos do prédio em construção da Procuradoria Geral da República, voltou a afirmar, em contato com o repórter Feitosa Costa, durante homenagem da Assembléia Legislativa aos 65 anos da OAB que acredita que a estudante de direito foi assassinada.

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Advogado Lucas Villa    (Foto: Reprodução)


Outra direção

Lucas Villa não acredita, porem, na linha seguida por alguns setores da imprensa local com relação a responsáveis pela morte. Villa tem um suspeito que não se enquadra no perfil dos que foram apontados durante a investigação, principalmente por jornalistas.

Diligências

O advogado informou ter conhecimento de que o novo promotor do caso, João Malato, pediu algumas diligências que ainda não foram concluídas.

Ubiraci deixou o caso em fevereiro

O promotor que cuidava do caso, Ubiraci Rocha, preferiu devolver a responsabilidade para a direção do Ministério Público em fevereiro. Malato foi então escolhido.

Foi primeiro

Eliardo Cabral, que também atuava no caso Fernanda, foi o primeiro a deixar o caso porque se aposentou e nunca mais fez qualquer comentário a respeito.

Dois inquéritos

Para apurar a morte de Fernanda, houve dois inquéritos: um realizado pela Policia Civil e outro pela Polícia Federal. Este último foi comandado pelo delegado Alberto, que veio de São Paulo.

Suicidio

Nos dois inquéritos a conclusão foi de que a estudante de direito se atirou da cobertura do prédio da Procuradoria Geral da República.

Remota possibilidade

Na área da Polícia Federal o relatório apresentado admitia uma remota possibilidade de Fernanda ter sofrido um acidente.

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Fernanda Lages     (Foto: Reprodução)

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