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Visão tacanha de candidato sobre museus

Pessoas simples, de pouca cultura, se manifestaram nas redes sociais lamentando o incêndio que destruiu 90% do Museu Nacional. Enquanto isso, um dos candidatos a presidente da República fez uma ameaça equivalente a outro incêndio. Quem poderia ser? Jair Bolsonaro. Ele disse que não planeja destinar mais recursos a museus em um eventual governo seu, atribuindo o incêndio ao “aparelhamento da instituição por partidos políticos.

Diferentemente de Bolsonaro, um arquiteto, cujo nome é mantido em sigilo, fez ao Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro uma denúncia de que havia risco de incêndio no Museu Nacional. O relato foi feito em 27 de julho passado. Ou seja, 37 dias antes das chamas destruírem o acervo do prédio histórico. No documento, o denunciante informava que era "urgente" a vistoria no local: "Principalmente, no terceiro andar, para que se dê ciência à sociedade carioca e brasileira da real dimensão do risco que corre seu patrimônio", explicou na representação.

Quando ainda não se falava ainda em Bolsonaro, o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro conseguiu incluir, no orçamento da União para 2014, uma verba de R$ 20 milhões que seria usada para seus projetos mais urgentes, como a retirada de objetos guardados em álcool e, portanto, inflamáveis. O valor, porém, não foi utilizado pelo governo federal.

O silêncio não constrói

Escreveu o jornalista Cláudio Barros, no facebook: “A partir de hoje não mencionarei nenhuma palavra sobre certo candidato a presidente. Ele não merece. O silêncio, num caso assim, é uma poderosa arma. Minha ideia é não mencionar, não comentar, não compartilhar nada. É silêncio. É fazer de conta que ele não existe. Do meu feed ele vai sumir! E do seu”? Respondo de forma diferente. Sei bem a que candidato o colega se refere e acho que melhor que o silêncio é o combate às idéias do referido.

Fundo partidário

Publicou o portal brasil247: “A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, não se cansa de fustigar o PT na campanha eleitoral de 2018; mais uma vez, afrontando a ONU, que exigiu o respeito aos direitos políticos de Lula, ela pedirá que o TSE mande o partido devolver aos cofres públicos o dinheiro gasto na campanha presidencial enquanto o anúncio da substituição por Fernando Haddad não ocorrer; a sigla repassou R$ 20 milhões do fundo eleitoral à chapa presidencial – e desembolsou R$14,4 milhões para programas de rádio e TV.

Bolsonaro e Trump

O site da Folha (folhaonline) trás ampla matéria sobre Bolsonaro e Trump. Relaciona os pontos em que os dois convergem, baseada em estudo de especialista. Bolsonaro se sente orgulhoso com a comparação e cita o presidente americano como exemplo positivo para os Estados Unidos. Para o eleitor brasileiro nunca é tarde para avaliar que Trump se elegeu num país mais civilizado que o Brasil, e que portanto os riscos aqui são os mesmos.

Mordaça

A atitude do candidato ao Senado Quem Quem, aparecendo na propaganda eleitoral com uma mordaça, forma humorística de criticar a legislação eleitoral (ele dispõe de apenas quatro segundos), sugere que o TSE imponha mordaça a alguns candidatos, não por questão de tempo na propaganda, mas para evitar que eles digam besteiras. A medida poderia ser adotada contra presos que falam mais na prisão do que quando estavam em liberdade.

A teimosia de Lula

A teimosia do ex-presidente lula em querer ser candidato poderá prejudicar seriamente Fernando Haddad, que precisa de uma definição para poder aproveitar o que lhe resta de tempo para a propaganda eleitoral. Ao sair da visita ao ex-presidente, na última segunda-feira (3), Haddad estava frustrado. Ele esperava a definição naquele dia, mas o ex-presidente jogou um balde de água fria nos seus planos. Se

Lula esticar a corda e não anunciar a troca até o dia 11, como foi determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não só o número de programas será reduzido como advogados do partido temem problemas no Supremo Tribunal Federal (STF) para a chapa.

Sem presidenciáveis

As campanhas eleitorais no Piauí estão sendo feitas sem qualquer influência dos candidatos a presidente da República, a começar pelo Partido dos Trabalhadores, em face do impasse criado com a proibição da candidatura do ex-presidente Lula. Os demais partidos ignoram completamente os candidatos a presidente. De certa forma a culpa é desses candidatos, que também ignoram estados pobres se pequenos como os nordestinos. Somente o eleitor discute candidaturas a presidente, através das redes sociais.

Pai e filho em campanha

O deputado Themístocles Filho apresentou seu filho Marcos Aurélio aos servidores da Assembleia, em reunião na churrascaria La Ganadaria, na zona norte, na noite da última segunda-feira. Ele é candidato a deputado federal. Themistocles concorre à reeleição. O encontro foi simples, apenas com exibição em telão das realizações do pai de Marcos à frente da Assembleia Legislativa. Themístocles falou também do seu empenho para a conclusão da rodovia 222, obra que está sendo construída pelo Exército Brasileiro

O humor de cada dia

Um carpinteiro, um jardineiro e um eletricista discutiam para ver quem tinha a profissão mais antiga do mundo.

Então o carpinteiro diz: Quando Noé precisou de uma arca quem vocês acham que fez o serviço?

Aí o jardineiro retruca: Não é pra me gabar, mas quem vocês acham que plantou o jardim do Èdem?

Então o eletricista diz:Isso não é nada: quando Deus disse faça-se a luz: quem voçês acham que puxou toda a fiação?

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