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Portaria sobre trabalho escravo gera polêmica

O ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), analisou a portaria do Ministério do Trabalho que dificulta punição de trabalho escravo de forma simples e citando seu próprio exemplo de pessoa que realiza trabalho exaustivo, mas que não é escravo. Ele disse que não teve tempo de ler a portaria, mas considera o tema polêmico e importante, devendo ser debatido num perfil técnico, não ideologizado.

As declarações do ministro repercutiram na grande mídia nacional, talvez por causa do exemplo próprio que ele citou: “eu, por exemplo, acho que me submeto a um trabalho exaustivo, mas com prazer. Eu não acho que faço trabalho escravo. Eu já brinquei até no plenário do Supremo que, dependendo do critério e do fiscal, talvez ali na garagem do Supremo ou na garagem do TSE, alguém pudesse identificar, ‘Ah, condição de trabalho escravo!’. É preciso que haja condições objetivas e que esse tema não seja ideologizado”.

A verdade é que qualquer pessoa aceitaria o trabalho escravo, desde que fosse ganhando o que ganha o ministro. É claro que o trabalho exaustivo a que ele se refere não poderia ser, jamais, comparado a trabalho escravo, isso porque nenhum trabalhador escraviza a si mesmo. Onde há escravidão há o patrão fazendo o papel de senhor. No caso do ministro Gilmar Mendes não existe nenhum superior definindo quantas horas por dia ele deve trabalhar, pois ele é o presidente do TSE.

Já o presidente Michel Temer parece disposto a manter as alterações nas regras como um sinal de afago à bancada ruralista no Congresso Nacional em meio à articulação política para garantir uma votação favorável na segunda denúncia apresentada contra ele. É assim que a oposição vê o comportamento do presidente.

Viaduto e piso  

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 Governador Wellington Dias (Foto: Reprodução)

O governador Wellington Dias inaugurou o elevado da Avenida Miguel Rosa, mas o piso que fica em baixo está em péssimas condições. As duas coisas deviam ser uma só: conforto para quem vai por cima e para quem passa por baixo. Seja de quem for a responsabilidade pelo piso de baixo, se da Prefeitura ou do DNER, a verdade é que houve tempo suficiente para um recapeamento asfáltico.

W. Dias prega moderação

Ninguém tem o direito de achar que o governador Wellinagton Dias não é polido no trato com seus adversários. Ele trata os mais árduos adversários com fidalguia. Talvez por ser assim foi que o governador considerou errado um poder querer destruir o outro. Ele acha que esse é o quadro do Brasil atualmente, o que considera perigoso. Wellington Dias citou seu exemplo próprio no tratamento com o prefeito Firmino Filho. O governador deve reconhecer que seus adversários também são moderados.

Prestando contas  

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 Teresinha Medeiros (Foto: Reprodução)

Escreveu Teresinha Medeiros, no facebook: “quero informar aos amigos que por motivo de saúde, estou de atestado médico. Tive um problema e me submeti a uma cirurgia de urgência, que foi realizada na quarta-feira (11), da semana passada. Neste momento encontro-me em processo de recuperação. Informo a todos os amigos, que assim que o médico me liberar, estarei de volta as sessões na Câmara Municipal de Teresina, com força e disposição para atuar e fiscalizar os processos de melhoria para nossa cidade. Aos que estão me mandando mensagens, agradeço o carinho que estou recebendo. Agora estou bem e voltarei em breve às atividades”.

Más notícias

O portal G1, do O Globo, dá destaque a mais um acontecimento desagradável ocorrido no Piauí. Segue a informação: “um homem identificado como Luís Alves da Silva Filho é suspeito de matar seu próprio irmão a pauladas próximo ao município de Demerval Lobão a 30 km de Teresina. O crime aconteceu na manhã desta quinta-feira (19). Segundo a polícia, a família ajudou a localizar e prender o suspeito. De acordo com o capitão Fernando Lima, da Companhia Independente do Promorar, a motivação para o crime ainda não foi informada para a polícia. “A informação que nós temos é que ele é doente mental e que matou o irmão com um pedaço de pau", informou o capitão Lima. A fonte do G1 é a TV Clube, que noticia também fatos importantes.

Vaquinhas do PT

Quando ainda não era poder, o Partido dos Trabalhadores realizava rifas, bingos, vendas de camisetas e jantares para arrecadar recursos. Depois vieram os tempos de “vacas gordas”, em que não faltava dinheiro. O partido se manteve assim até o momento, mas agora resolveu fazer “vaquinhas” para custear as andanças do ex-presidente Lula. A nova estratégia será fazer pedidos focados em grandes temas.

PV em destaque


O Partido Verde foi destaque na mídia, nesta sexta-feira (20), quando o ex-candidato a presidente, Eduardo Jorge, foi entrevistado na TV Cidade Verde. Ele disse que a atual bancada federal na Câmara é a pior desde a redemocratização do país. Cotado para ser candidato novamente a presidente em 2018, Eduardo Jorge disse que a campanha de 2014 estava centrada em três figuras: Marina, Aécio e Dilma e que em 2018 a campanha será aberta e de alto risco para o Brasil. Eduardo Jorge está em Teresina para ser um dos palestrantes do Seminário de Formação de Liderança na Área de Política do Meio Ambiente, que acontece hoje a partir das 8 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Teresina.

Temer precavido  


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 Presidente Temer (Foto: Reprodução) 

O presidente Temer exonerou 10 ministros, para que eles voltem à Câmara e votem na quarta-feira contra a denúncia contra o presidente da República. Todos eles devem ser renomeados para o primeiro escalão após a votação no plenário da Câmara. Significa que Temer está preocupado. Veja os nomes dos exonerados: Antonio Imbassahy - Secretaria de Governo, Bruno Cavalcanti de Araújo - Ministro das Cidades, Fernando Bezerra Filho - Minas e Energia, Leonardo Picciani - Ministro do Esporte, Marx Beltrão - Ministro do Turismo, Maurício Quintella Lessa - Ministro dos Transportes, Mendonça Filho - Ministro da Educação, Raul Jungmann - Defesa -  Ronaldo Nogueira - Ministro do Trabalho, e Sarney Filho - Ministro do Meio Ambiente

O humor de cada dia

Cliente de um só braço se senta na cadeira do barbeiro e pede que o mesmo lhe tire a barba e corte o cabelo. Na operação o barbeiro acabou dando vários cortes no rosto e na cabeça do “maneta”, que resistiu a tudo sem reclamar. Livre para ir embora, mas ainda sangrando pelos cortes que sofreu, o cliente pagou a despesa e se preparou para sair. Foi aí que o barbeiro se dirigiu a ele com esta indagação: “eu acho que você já esteve aqui em outra ocasião”. E o cliente responde: “não senhor. Este  braço eu perdi em uma acidente de carro”.

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