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Oposição já imagina como governo gastará novo empréstimo

É quase impossível que a liberação de um empréstimo de R$315 milhões não favoreça a reeleição do governador Wellington Dias, ainda mais quando se está a menos de seis meses do pleito. Não é preciso que haja desvio para a compra direta de votos. Basta que a aplicação seja feita levando em consideração os pleitos da população na maioria dos municípios.

A liberação de tanto dinheiro sempre depende de influência política junto ao governo federal, apesar da aprovação sem restrição, por parte da Assembleia Legislativa. A questão legal não pesa sozinha. Os
agradecimentos da população são, em primeiro lugar, para quem pleiteia as obras e para quem as autoriza.

A oposição acredita que o governo custeará pequenas obras no interior, como pavimentação (asfalto e calçamento), de modo a atender o maior número possível de municípios. Apesar dessa crença, alguns
oposicionistas esperam que o governo conclua ao menos a rodovia Transcerrado, que não impressiona toda a população, mas que facilitará o escoamento da produção agrícola, trazendo benefícios indiretos para todo o Estado.

Engana-se quem pensar que a oposição exigirá algum tipo de obra. Ela tem candidato ao governo e evitará o confronto de idéias. Contudo, levará à opinião pública a idéia de que estará vigilante quanto à
correta aplicação dos R$ 315 milhões, conclamando o eleitorado para acompanhar de perto a realização das obras em seu município, sempre repetindo que não é contra à contração de empréstimos.

A estratégia de Ciro


Anotem para confirmar depois: o pré-candidato a presidente Ciro Gomes usará de tudo para polarizar a campanha entre ele e Bolsonaro. Numa sabatina em que cada candidato era chamado separadamente ele chamou o concorrente de “Boçal despreparado”.  A intenção de Ciro é tornar-se simpático à esquerda, apostando na impossibilidade da candidatura Lula e na adesão dos eleitores petistas à sua campanha. Resta saber se Bolsonaro topa o confronto.

Não vou comprar

Para evitar influência na feitura do livro de humor que estou acabando de escrever, não pretendo adquirir exemplar do “A Melancia do Presidente”, de autoria do governador Wellington Dias. Tenho comprovante de que 90% do meu texto já estavam prontos antes que ele lançasse o seu. Se algum “causo” for repetido será mera coincidência.
Posso adiantar que a minha publicação não trás nenhuma piada com governo Wellington Dias. Só de Alberto Silva pra trás.

Moreira Franco no Piauí

O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, cumprirá agendas em Teresina e Parnaíba, a partir desta sexta-feira (8).Os protestos dos caminhoneiros fizeram com que a visita fosse retardada, mas ele
desembarca hoje e hoje mesmo celebrará acordos e participará de inaugurações. O ministro vem a convite do deputado Heráclito Fores e será recepcionado pelo prefeito Firmino Filho. Em Parnaíba ele
visitará os Tabuleiros Litorâneos. Moreira Franco é piauiense e já foi governador do Rio de Janeiro.

Lula em ação

Publicou o portal brasil247:”Em mensagem repassada ao governador do Piauí, Wellington Dias (PT), e ao ex-governador da Bahia e ex-ministro Jaques Wagner (PT), o ex-presidente Lula reafirmou sua candidatura e disse que só não disputará a Presidência se "aqui não estiver" ou se a Justiça apresentar alguma prova contra ele até esta sexta-feira 8, quando será lançada oficialmente sua pré-candidatura em Belo Horizonte; Lula prepara uma mensagem para ser lida no evento

Sem saque

Os dias em que as pessoas mais  necessitam dos caixas eletrônicos são a sexta, o sábado e o domingo,para as compras do mercado e das mercearias.Mas exatamente nesses dias que aparece o papelzinho com a inscrição “sem saque”. Não se sabe se é para evitar assaltos, mas é sempre assim. Não é nada fácil ter que pegar um ônibus para ir até uma agência bancária, no centro ou no bairro mais próximo.

Grande risco

A senadora e presidente do PT Gleisi Hoffmann fez um discurso contundente no Senado, alertando para o que considera o “grande risco que implica manter o líder absoluto nas pesquisas para a presidência
da república como preso político”. Segundo a senadora, dólar, bolsa, caos social e derretimento de candidatos da situação estão cada vez mais diretamente associados à prisão do maior líder político do país

Pena de morte

Os “acertos de contas” entre bandidos já fizeram muitas vítimas no Brasil, mas nunca inspiraram os legisladores para a adoção da pena de morte. Só eles, os bandidos, é que podem executar seus desafetos. O
fato mais recente em Teresina foi o assassinato de um ex-presidiário.
Ele teria usado a filha como escudo, mas acabou morrendo. A criança saiu ferida. Identificado como Elinaldo José, o ex-detento da Casa de Custódia estava em liberdade há um mês.

O humor de cada dia

Alberto Silva era governador do Piauí, quando chegou a índices jamais vistos de atraso no pagamento do funcionalismo, especialmente professores. Houve muitas paralisações, não apenas por reajuste como
também por planos de cargos e carreira. Como a oposição não era feita apenas com greves, disseminou-se entre os servidores a idéia de que na gestão Alberto Silva “plano de carreira” não tinha nada a ver com promoções. Era apenas o servidor “correndo” com medo de perseguições do governo. Inventaram também que o governador chamava os deputados de “caríssimos”, mas não era por gentileza, e sim pelo alto custo dos mesmos para o erário.


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