5000onon

O candidato Jair Bolsonaro foi novamente esfaqueado, desta vez pelas costas

Foi durante o debate promovido pela TV Record, na noite do último domingo. De todos os candidatos presentes apenas o Cabo Daciolo e Álvaro Dias não deram “facadas” no concorrente. Os mediadores do debate informaram que Bolsonaro não compareceu por recomendação médica, mas não adiantou. A candidata Marina Silva, com aquele pescoço de tartaruga sem casco, apelido que ganhou nas redes sociais, foi a que mais “esfaqueou o ausente”.

Não será surpresa se o candidato do PSL vier a subir mais alguns pontos nas pesquisas e Marina Silva cair mais do que já vem caindo. Ficou bem claro que o crescimento do ex-presidente Lula nas pesquisas, dentro de uma cela em Curitiba, se deu por conta da covardia de seus adversários, que continuaram atacando-o, como se ele estivesse solto. Lula conseguiu indicar um substituto para a campanha, transferindo com sucesso os seus votos para o indicado, no caso o ex-prefeito de São
Paulo, Fernando Haddad.

Candidatos como Geraldo Alckmin e Ciro Gomes, com vasta experiência política e administrativa, não deviam ter revelado tanta falta de ética durante um debate onde havia concorrentes bem posicionados nas pesquisas, como Fernando Haddad. Álvaro Dias e Cabo Daciolo perderam a chance de obter alguns pontos na próxima pesquisa, por não terem criticado as “facadas” dos colegas em Bolsonaro. Eles se enquadraram no adágio popular que diz: quem cala consente.

Entrevista proibida

Publicou o portal brasil247: “Como Luiz Fux agiu fora da lei e da constituição, trazendo de volta a  censura prévia ao País, os advogados do jornal Folha de S. Paulo decidiram requerer ao ministro Ricardo Lewandowski o cumprimento imediato da decisão tomada pelo magistrado; a defesa do jornal argumenta que a decisão de Fux de proibir a entrevista com o ex-presidente Lula caracteriza "inaceitável e surpreendente ato de censura prévia que a Constituição proíbe". "É manifestamente ilegal. Não pode prevalecer"

O mundo perde Ângela e Aznavour

Os apreciadores da boa música mal se refizeram da tristeza pela morte da cantora brasileira Ângela Maria e já foram obrigados a enfrentar outra dor, com a morte do cantor francês Charles Aznavour. Ângela se destacou com sucessos antigos e mais recentes, como Babalu e Gente Humilde, enquanto Aznavour se tornou mundialmente famoso com as canções La Boheme e Isabelle. Nascido em Paris, ele foi apelidado de “Frank Sinatra francês”, por seu estilo romântico e sua popularidade na França e no exterior. Vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, ao longo de mais de oito décadas de carreira.

Problema habitacional

O candidato a presidente Boulos disse no debate do último domingo, na TV Recorde, que o Brasil tem mais casa sem gente do que gente sem casa. Procurei me informar sobre o assunto e vi que não é bem assim, mas os números de aproximam. Sem casa são 6,0 milhões de família. Sem gente são apenas 6 milhões de imóveis. A diferença é pequena. O tema merece atenção e estudo por parte de todos os candidatos, para que o problema habitacional seja resolvido com moradias dignas.

Boca de urna

As punições para quem arregimentar eleitores ou fazer propaganda de boca de urna no dia da eleição são rigorosas A regra, prevista no parágrafo 5º do artigo 39 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), estabelece como punição detenção de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de 5 mil a 15 mil UFIR. À primeira vista estima-se que poucas pessoas possuem condições financeiras para pagar a multa.
Mas é preciso entender que a pena deve recair sobre o mandante, que é o candidato, e esse não é um desvalido.

Filosofia eleitoral


Nesta eleição aparecem filósofos de todo jeito nas redes sociais, representando o pensamento do eleitor. Um crítico do candidato Jair Bolsonaro publicou este pensamento no facebook: “como se pode entender um país de grande maioria pobre e miserável pensar mais em moralidade (dos fores) do que em economia? No sentido contrário, este outro pensamento: “Tanto problema grave no país e os desocupados atrás de saber se Bolsonaro ameaçou a ex-mulher há dez anos atrás”. É nesse nível que a campanha eleitoral mostra o nível dos eleitores.

Dia do idoso

O dia dedicado ao idoso, 1º de outubro, dista a apenas sete dias da eleição. Como o idoso não é obrigado a votar, presume-se que ele deve ter um tratamento especial por parte dos candidatos, para que resolva sair de casa e depositar o seu voto em favor daquele que educadamente o procurou. O envelhecimento é um fenômeno biológico normal que atinge todos os organismos vivos, mas muitas pessoas não sabem lidar com esse processo. Diante disso, o aumento da expectativa de vida no Brasil, que hoje ultrapassa os 71 anos de idade, representa um desafio para toda a sociedade, que deve criar formas de amparar melhor os idosos.

Semana decisiva

A semana que antecede a eleição começou sem sessão na Assembleia e deverá terminar do mesmo jeito. Dos 30 deputados que compõem a Casa 26 buscam a reeleição. Os outros quatro buscam outros cargos. Dr. Pessoa, o governo do Estado. Luciano Nunes, igualmente. Robert Rios o Senado e Juliana Moraes Souza a Câmara Federal. A pergunta que não quer calar é se a renovação ocorrerá apenas por conta dos quatro citados.

O humor de cada dia

Nesta campanha eleitoral fala-se muito em esquerda e direita. Curiosamente, os candidatos que representam as duas ideologias são os que mais sobem nas pesquisas. Mas o país que melhor se posicionou sobre as duas ideologias foi Portugal. Dizem que foi o português que inventou a xícara com duas asas, para servir a destros e canhotos.

Acabou aquele incômodo de se ter que rodar a xícara para um lado ou para o outro.

Dê sua opinião: