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Líder do governo pede nível elevado em pronunciamentos da oposição

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 Foto: ALEPI

O líder do governo na Assembleia, deputado Francisco Limma Lula (PT), defendeu ontem (5) o debate elevado em plenário, ao responder críticas do deputado Robert Rios, que o antecedeu na tribuna. Ele disse que os deputados da oposição precisam debater os grandes problemas do Estado, que vive momentos de dificuldades, por conta de uma crise institucional decorrente da instabilidade política, que tem reflexo direto na economia.

A oposição não considera seus discursos de baixo nível, ou “picuinha”, como tem afirmado o líder do governo. O deputado Robert Rios, o mais incisivo na bancada da oposição, fez referência à liderança exercida pelo petista João de Deus, que para ele se irritava menos com a oposição. Limma Lula se queixou da maneira como Robert Rios trata os suplentes, fazendo discriminação. “Uma vez convocado, o suplente é igual a qualquer outro deputado” – salientou.

Para quem assiste as sessões da Assembleia, o nível dos debates está até razoável, diferentemente de outras épocas, quando houve até agressões físicas e ameaças de morte. Durante o governo Hugo Napoleão,os oradores da oposição trocaram tapas com os do governo em plenário, como foi o caso do saudoso Xavier Neto, contra o também já falecido, Paulo dos Santos Rocha. Ficou famoso o debate que resultou no saque de um punhal, pelo deputado Waldemar Macedo, contra Paulo dos Santos Rocha, que partiu para espancá-lo na tribuna.

Há um detalhe curioso sobre os debates na Assembleia atualmente: as sessões são transmitidas ao vivo pela TV Assembleia, o que certamente tem levado os oradores a não se excederem em seus discursos. O parlamentar que usar a tribuna não poderá ficar de olho apenas na galeria. Em casa há pessoas de todas as idades, fazendo seu julgamentosilencioso.

Ironia de Lula

Publicou o portal brasil247:”O ex-presidente Lula disse à Justiça Federal desconhecer a denúncia sobre compra de votos para que o Brasil sediasse os Jogos Olímpicos de 2016; "Não sei quem fez a denúncia e não me interessa saber. Estamos num momento de denuncismo", declarou Lula; ao término do depoimento, o juiz Marcelo Bretas disse ter feito campanha para Lula, quando jovem; em seguida, Lula retrucou: "Pode usar agora. Quando eu fizer um comício agora vou chamar o senhor para participar"

Livro de causos

O governador Wellington Dias explicou as razões do título de seu livro A Melancia do Presidente,lançado ontem (5) na Universidade Federal. Tinha que estar relacionado ao ex-presidente Lula. O pai do governador deu uma melancia de presente a Lula numa visita que ele fez ao Piauí, mas quando chegou na roça a fruta tinha sido furtada. O fato virou “causo” quando o ladrão foi preso e advertido pelo delegado, de que responderia por um crime federal. O presidente Lula virou também um contador de “causos” na prisão.

Homenagem

Publicou Bartolomeu Almeida, no facebook: “Momento de muita alegria!! Nesta terça-feira dia 05 de junho, recebi da Câmara municipal de Teresina o diploma do mérito jornalístico. A honraria é concedida aos jornalistas que contribuem com o desenvolvimento da cidade. Peço a Deus que me guie sempre no propósito de ser sempre um fiel defensor da população e um lutador pelo bem-estar da sociedade. Agradeço ao vereador Ze Nito pela indicação do meu nome e aos demais vereadores pela aprovação! AVANTE”!!!

Humildade

Quem diria que aquele que deu tanta esmola viesse um dia estender a mão. O texto abaixo, publicado no portal brasil247, mostra que o ex-presidente Lula é humilde: “O PT lançou nesta quarta-feira, 6, uma campanha online de arrecadação de recursos para financiar a candidatura do ex-presidente Lula, que lidera todas as pesquisas de intenções de votos para Presidência e é mantido como preso politico desde o dia 7 de abril na sede da Polícia Federal em Curitiba; apoiadores do ex-presidente poderão fazer doações a partir de R$ 10, com pagamentos por meio de cartões de débito, crédito e boleto bancário”.

Manifesto de FHC

O manifesto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre as eleições deste ano não despertou interesse entre os candidatos a presidente. Lançado na Câmara Federal no dia de ontem (5) o documento não contou com a presença sequer do autor. Diz o ex-presidente em seu manifesto: “As eleições de outubro serão um divisor de águas na história do país. As lideranças políticas precisam enxergar que está em jogo a recuperação da legitimidade democrática da autoridade política ou a desorganização política, econômica e social do Brasil”.

O nome do presidente Temer não é citado no texto voltado para os partidos de centro.

Lula e o Tocantins

Sob o título Lula garantiu o fiasco de Kátia Abreu, o colunista Augusto Nunes, do site da Veja,reproduziu um texto publicado pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, em que o ex-presidente transmite uma mensagem de apoio à candidata do PDT. O colunista destaca que o apoio de Lula seguiu o resultado de pesquisa favorável a Kátia. Em sua declaração de apoio Lula fala no seu dever de gratidão pelo que a candidata fez em favor do governo Dilma. Augusto Nunes conclui sua nota com esta observação: “Deu no que deu: na eleição de verdade, realizada neste 3 de junho, a melhor amiga de Dilma amargou um bisonho quarto lugar, com apenas 15% dos votos. O fiasco reafirmou que um aliado como Lula é mais perigoso que qualquer inimigo.

Prisão domiciliar

Escreveu o cartunista Albert Piauhy, no facebook: “Somos, enfim, réus inconfessos, condenados a viver em prisão domiciliar. Os muros altos, os cadeados e as cercas elétricas nos protegem da noite, do medo e do mal. Pelas ruas das cidades, os bandidos, indômitos em suas motos e com revolveres na cintura, são agora os homens livres desta civilização. Não há régua que os meça, balança que os pese, chicote que os dome. *Textinho antigo, mas valendo. 

O humor de cada dia

Francisco Figueiredo era considerado o deputado mais crítico contra o governo Dirceu Arcoverde. Um dia ele arrancou um aparte irritado do líder do governo, Edson Rocha, que rebateu os ataques do colega com linguagem dura, dizendo, entre outras coisas, o seguinte:

- Deputado, fique sabendo que eu sou duro, pois tenho “Rocha” no sobrenome. Sou duro de roer, portanto. Figueiredo prendeu um pouco a respiração, esboçou um leve sorriso e respondeu:

- Vossa excelência só é duro mesmo de compreensão.

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