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Dinheiro de empréstimo na conta única: crime ou apenas erro?

Acusação e perdão nunca andam juntos, mas no caso do empréstimo da Caixa Econômica Federal ao Governo do Estado percebe-se que isso poderá acontecer. Um parecer do Conselheiro Kennedy Barros sobre tal empréstimo recomenda que os recursos da segunda parcela não sejam mais depositados na conta única do Estado. É como quem diz assim: “não faça mais como fez com a primeira parcela”.

Até a oposição já dá sinais de que o erro do passado já não preocupa, mas sim que não seja repetido. O deputado Robert Rios disse em plenário que a oposição espera que a segunda parcela do empréstimo seja liberada pela Caixa, porque o Governo não poderá mais transferir os recursos para a conta única do Estado, como fez com a primeira.

O raciocínio agora é de que o governo não poderá mais “prevaricar”. É como se o fato de não poder mais depositar os recursos da segunda parcela na conta única signifique punição. Em todas as discussões sobre esse badalado empréstimo ninguém disse que tirar os recursos da conta vinculada e colocar na conta única foi um crime.

Resumindo a ópera: se o depósito da primeira parcela do empréstimo na conta única do Estado permitiu que o governo gastasse o dinheiro com qualquer coisa, a proibição para que o fato não se repita é apenas uma advertência, mas nada indica que o governo não faça o mesmo. O que poderá prevalecer nesse assunto é o entendimento de que o governo praticou apenas um erro, e não um crime.

Apelo à Caixa

Foi lido, durante a sessão plenária desta segunda-feira (14), requerimento apresentado pelo deputado Fábio Novo (PT) em que solicita da Caixa Econômica Federal no Piauí agilidade no pagamento da segunda parcela do empréstimo Finisa II. A matéria será analisada pelas Comissões da Assembleia Legislativa. No documento, o deputado justifica o pedido dizendo que o pleito é importante para o desenvolvimento social e econômico do Piauí pois visa obras de estradas, mobilidade urbana e outras que melhorarão a infraestrutura e a qualidade de vida dos piauienses.

Resposta a Solano

O deputado Robert Rios (DEM) contestou afirmação do ex-secretário de Estado do Governo, Merlong Solano, de que a oposição na Assembleia Legislativa "trabalha pelo quanto pior, melhor", quando denuncia irregularidades na aplicação da primeira parcela do empréstimo obtido pelo Governo do Estado junto à Caixa Econômica Federal. Ele disse que a declaração do secretário não procede, pois a oposição votou por unanimidade a favor do empréstimo que totaliza pouco mais de R$ 600 milhões, mas não aceita é que os recursos sejam desviados para a compra de votos.

Desarmar a polícia

Está Rolando no facebook um vídeo em que um deputado estadual petista propõe uma discussão sobre o desarmamento da polícia, já que não é possível desarmar os bandidos. Ele não teve o nome revelado por uma apresentadora que noticia o fato. O que esse estúpido está sugerindo o partido dele já fez, só que desarmando os cidadãos. Foi a infeliz campanha do desarmamento, na gestão Lula e que o partido não cita como grande realização.

PSOL e os bandidos

Pior que a ideia do petista citado no tópico acima é do PSOL,
igualmente rolando no facebook. Diz o anúncio: “quando for assaltado aceite, pois o bandido é vítima da sociedade”. Sobre a policial que matou o assaltante em São Paulo o raciocínio é ainda mais insólito: “ela matou a sangue frio sem o direito de defesa do rapaz que exercia seu ofício. Nós do PSOL exigimos que a PM seja punida”


A moda está pegando

De sábado para cá,quatro casos de agentes públicos reagindo em assaltos foram registrados no Brasil. Um policial militar reagiu a um assalto em uma farmácia, matando o assaltante. O segundo foi aquele de Suzano (SP), em que uma policial militar matou um assaltante em frente a uma escola onde estava acontecendo uma festa. No terceiro caso o policial estava no banco de trás de um carro dirigido pelo seu pai, também policial. Ele matou um dos quatro homens que anunciaram o assalto. O quarto caso foi o único em que o policial foi morto por assaltantes dentro de sua própria casa. Todos os casos foram em São Paulo.

Liderança bate recorde

A bancada do governo na Assembleia bateu recorde em matéria de derrota a requerimentos da oposição, rejeitando um que pedia informações atraso no pagamento de transporte escolar em diversos municípios, de autoria do deputado Gustavo Neiva (PSB). O argumento dos governistas foi de que a oposição não quer fiscalizar, mas tão somente gerar fato político. Em discurso na tribuna, o deputado Luciano Nunes se disse decepcionado com o líder do governo, Francisco Lima Lula.

Benefício a idosos

O deputado Marden Menezes (PSDB) voltou a falar sobre seu projeto de lei que cria a meia passagem nos transportes intermunicipais para idosos. Como o benefício é para os dois idosos que chegarem primeiro ao transporte, a curiosidade que se tem é a seguinte: se entre os idosos houver as chamadas “loiras burras”, a passagem acabará saindo mais cara, pois elas pegarão táxis para chegar primeiro. Mas o deputado não tinha outra saída, já que é impossível beneficiar todos os idosos com a meia passagem.

O humor de cada dia


Marido sai de casa dizendo para a esposa que ia para uma pescaria.
Colocou a tarrafa na traseira do Jeep, apenas para fingir, e se mandou
para a casa da amante. No dia seguinte ele se dirige a um pescador que
levava um cofo de peixes para o mercado, comprou o produto sem olhar e
quando chegou em casa já foi presenteando a esposa, para em seguida se
atirar na cama. Mais tarde, a mulher foi ao quarto, puxou no “dedão”
do pé do falso pescador e perguntou:

- Vem cá, Zé. Me diz onde fica essa lagoa onde se pesca peixe já seco
e salgado!!!

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