5000onon

De como insultar o trabalhador

Resultado de imagem para Robert Rios 
 Deputado Robert Rios (Foto; Reprodução)

Dois insultos governamentais foram feitos contra quem trabalha, um no Piauí e outro em Brasília. No Estado, quem praticou o insulto foi o governo Wellington Dias, com proposta de reajuste de 1% para
policiais. O deputado Robert Rios fez discurso e deu declarações à imprensa sobre o assunto. Em Brasília, foi o governo Temer que anunciou um salário mínimo de R$ 1.002, para vigorar somente em 2019.
Atualmente, o salário mínimo é de R$ 954.

Sobre a promessa de Temer publicou o portal G1, da Globo: “Será a primeira vez que o salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. A
proposta será encaminhada agora ao Congresso. Entretanto, o governo ainda pode mudar o valor caso haja alteração na previsão para a inflação deste ano, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do
mínimo do ano que vem”.

Quanto a ser a primeira vez que o salário mínimo vai ficar acima de R$ 1000, não interessa a ninguém. O governo poderia muito bem deixar para fazer o reajuste no final do ano. Afinal, estamos muito distante de
2019. Teremos uma eleição antes do prometido reajuste. Pode ocorrer que o eleito este ano pense diferentemente de Temer e conceda um reajuste mais digno. Uma coisa é certa: se o presidente estiver
pensando que seu anúncio vai influir em sua candidatura à reeleição estás enganado.

" O reajuste do salário mínimo obedece a uma fórmula que leva em consideração o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor)
do ano anterior. Para o mínimo de 2019, portanto, a fórmula determina a soma do  resultado do PIB de 2017 (alta de 1%) e o INPC de 2018. Como só será possível saber no início do ano que vem a variação do
INPC de 2018, o governo usa uma previsão para propor o aumento” – observou o G1.

Caravana pró-Lula

É incrível a capacidade de reação do PT sobre a prisão do ex-presidente Lula. Uma caravana pró-Lula, organizada pelo diretório regional do partido deverá percorrer 12 cidades, a partir desta sexta-feira. A palavra de ordem é "Lula Livre". A concentração para a partida será feita na Avenida Miguel Rosa, em frente ao prédio da Justiça Federal.Por certo haverá engarrafamento no trânsito. As cidades a serem visitadas são Demerval Lobão, Lagoa do Piauí, Monsenhor Gil, Agricolândia, Água Branca e São Pedro, na sexta. No sábado será vez de São Gonçalo, Santo Antônio dos Milagres, Jardim do Mulato, Angical, Regeneração, com encerramento em Amarante.

Recuperação de rodovias

Foram aprovados por unanimidade, na sessão da última quinta-feira, requerimentos que solicitam a recuperação de estradas em todo o Estado. O deputado Gessivaldo Isaías (PRB) requereu do Departamento de Estadas e Rodagens (DER) a recuperação da PI 212, nos trechos que ligam as cidades de Barras e Nossa Senhora dos Remédios, Porto e Campo Largo. O líder do governo na Casa, deputado Francisco Limma (PT) requereu, também ao DER, a recuperação pela operação tapa-buracos de 30 km da PI-222, no trecho que liga os municípios de Novo Santo Antônio do Piauí e Alto Longá. Ele também requereu a recuperação de 18 km da PI-311, no município de São José do Divino.

Nome alterado

Escreveu Irineu Saraiva da Silva, no facebook: “O primeiro ex-presidente preso da história do Brasil é nordestino, preto, semi analfabeto, odiado pela Globo, pela Veja, pelo mercado econômico, pela
maçonaria e por Bolsonaro. O melhor presidente da história deste país. Governou para todos. Hoje ele é líder absoluto em pesquisas eleitorais com chance real de ganhar no primeiro turno. Meu nome é Irineu Saraiva Silva Lula. Qual o teu nome”? Se a moda pegar, teremos milhões de Lulas no Brasil.

Jornalista solidários

A classe jornalística deu grande demonstração de solidariedade ao colega Pedro Alcântara, por ocasião da missa pela morte de sua esposa, Alaídes Paz, celebrada ontem (12) na igreja Capelinha de Palha. Lá
compareceram profissionais dos principais veículos de comunicação (rádios, jornais e TVs). A igreja Capelinha, que fica em frente à residência do casal, tem tudo a ver com a vida dos dois. Além das
presenças físicas dos jornalistas, foram muitas as manifestações se solidariedade através das redes sociais.

Cordel sobre Lula

Acabei de produzir um cordel sobre a prisão de Lula, do qual transcrevo estas duas estrofes:

Comparado com Mandela/Jesus Cristo e Tiradentes/Lula espera ser Nobel/E por isso anda contente/Pra depois entrar no Céu/Levado por sua gente.

Após a pena de Lula/Houve muita encenação/Governadores de Estado/Dirigiram – se à prisão/Porém não puderam entrar/Pra uma reunião

.Aula recusada

Publicou Afonso Teles Coutinho, no fcebook: “O ex- juiz federal Flávio Dino, hoje governador do Maranhão, ao se referir à lei de execução penal e cita o artigo 41 da aludida norma infraconstitucional para
justificar a visita dos 9 governadores ao presidiário Lula. Como bom conhecedor da lei Dr. Flávio Dino não foi fiel à citação normativa, pois o mesmo artigo 41, inciso X, parte final diz "...e em dias
determinados. Portanto, se não estava autorizada e nem agendada a visita, não houve ilegalidade no indeferimento. Então, me recuso receber essa aula”.

Pichações

O chefão do MST, João Pedro Stédile, gravou um vídeo no facebook, relatando interdições de rodovias como um grande feito e prometendo pichações para a semana seguinte à prisão do ex-presidente Lula. São
ações que vão substituir a guerra civil que ele anunciou, caso Lula viesse a ser preso. A fala de Stédile foi muito mais que isso: ele bateu forte na Justiça. No caso da Justiça ele devia era agradecer,
por ela permitir interdições de rodovias. As ordens do líder dos sem terra foram dirigidas ao movimento Brasil Popular.

O humor de cada dia


Marido se desentendeu com a esposa, por causa de um apelido que ele tinha e não gostava que ela pronunciasse. Nesse dia ela repetiu várias vezes o apelido (Fulô PIolho) durante uma discussão. Inicialmente ele reagiu com palavras, mas ela não obedeceu, seguindo-se o espancamento.
De cada tapa que ela levava saia a pronúncia, Fulô Piolho. O marido resolveu arrastar a esposa até a beira do rio, que ficava próximo. Lá ele a pegou pelos cabelos enfiando-a na água. Quando pôs a cabeça fora
ela repetiu: Fulô Piolho. Foram vários mergulhos, e toda vez que a mulher colocava a cabeça fora pronunciava o apelido. Já largada na correnteza ela finalmente submergiu, mas antes de morrer afogada ainda
pôs as duas mãos para fora e fez o gesto de quem mata piolho na unha.


Dê sua opinião: