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Assassino do dono da Medley não era para estar solto

Sob o título “Acusado”, a ficha do assassino do proprietário da Academia Medley está exposta na Delegacia de Homicídios, em letras garrafais, onde se lê: “Leandro Rodrigues de Souza, 21 anos. Quando
menor, possuía em sua ficha sete (7) atos infracionais, sendo um (1) deles análogo ao crime de latrocínio. Quando maior, responde por três (3) crimes, sendo que foi condenado pelo crime de roubo a 6 anos de
prisão”.

Qualquer pessoa que leia os dados acima faz logo esta indagação: e por que ele não cumpriu a pena? Seria bom que o Poder Judiciário colocasse a resposta em um quadro semelhante ao que contém a ficha de Leandro na Delegacia de Homicídios. Maiores detalhes sobre a carreira desse assassino está em reportagem do portal cidadeverde.com, publicada na última segunda-feira (30).
 
Na reportagem do cidadeverde o delegado Robert Lavor, que está à frente da investigação sobre a morte do dono da academia, Marcelo Henrique Amorim, informou que o acusado escolheu Marcelo porque o
identificou como uma vítima mais fácil, que estava saindo do carro no momento, de costas. “No momento que ele aborda e que pede a chave do carro, ocorre um momento de tensão entre a vítima e ele, e é efetuado o disparo. A vítima ainda tentou correr, mas veio a cair infelizmente já sem forças na calçada. Nessa hora ele retorna ao carro da vítima, pega a chave sem levar a bolsa da vítima, nem nada e sai no carro pela Avenida Maranhão” – afirmou o delegado.

Ainda de acordo com a reportagem do cidadeverde, o assassino do dono da academia foi preso quando usava uma moto roubada, mas se identificou como sendo irmão do assassino. A polícia desconfiou de que se tratava do próprio. Em seguida ele confirmou o crime. Além disso, a polícia estava de posse de um mandado de condenação expedido em 2016, pela morte de um senhor de 74 anos, fato ocorrido em 2013. O que a sociedade espera agora é que esse assassino seja condenado e cumpra sua pena.

VLT dá o prego

Trem novo do Metrô (VLT) dá o prego e os passageiros são obrigados a andar sobre os trilhos. Em nota, a direção da Setrans informou que o veículo ainda está dentro da garantia. Seria o caso de se perguntar: e
os passageiros, que garantia tiveram? A nota da Setrans esclarece que equipes da empresa Bom Sinal, fabricante dos VLTs, estão em Teresina realizando os testes nos dois VLTs que já estão na capital. Muito em breve o segundo VLT vai entrar em operação, também em fase de testes por três meses. Já o terceiro VLT deve chegar à Teresina nesse mês de agosto.

Morte de engenheiro

Escreveu no facebook o engenheiro Augusto Basílio, sobre a morte do seu colega Matias Matos: “Perde a administração pública do Piauí um gestor do mais elevado grau. Nesta época de tanta corrupção e desvio de dinheiro público nosso Piauí ficará carente de um Grande Homem, que durante sua vida aqui conosco só deu exemplos de dignidade em seus atos”. Matias Matosa foi secretário de Agricultura e Abastecimento nos governos de Wall Ferraz e Chico Gerardo. Ele pertenceu também à equipe do prefeito Firmino Filho.

Greve de fome

Publicou o portal brasil247: “Em coletiva de imprensa concedida na tarde desta segunda-feira (30) em Brasília (DF), seis militantes de movimentos populares de diferentes partes do país anunciaram que
entrarão, a partir das 16h desta terça-feira (31), em greve de fome; "É uma greve que não tem data para terminar. Não é apenas um jejum de um ou dois dias. Isso implica em uma decisão mais séria, mais grave, e são poucas pessoas que têm coragem de tomar essa decisão", disse João Pedro Stédile, membro da coordenação da frente Brasil Popular. Obs: quem devia fazer essa greve era o próprio Lula. Outros presos já fizeram isso.

Pé de valsa

Os adversários do Dr. Pessoa não poderão dizer que ele inventou de dançar só porque é candidato. Ninguém aprende a dançar em 24 horas.
Pelos vídeos que rolaram nas redes sociais e até na televisão ele é “pé de valsa” desde jovem. Os outros candidatos é que precisam demonstrar hábitos populares, para que o eleitor possa compartilhar. O
governador Wellington Dias arranha as cordas de um violão e também as vocais. Resta saber qual o hábito popular do candidato Luciano Nunes. O eleitor gosta de candidato descontraído.

Ônibus à espera

No novo sistema de transporte coletivo de Teresina não é apenas o passageiro que espera o ônibus. Há casos em que o ônibus também espera o passageiro. No terminal do Parque Piauí passageiros procuravam entre os ônibus parados na plataforma um que fosse para o Shopping. Mas não havia nenhum. Um passageiro já cansado de esperar se dirige ao fiscal e pergunta porque não tinha ônibus para o Shopping e ele responde: tem um parado ali fora. Ele vem já. Moral da estória: o ônibus fica fora da plataforma até que haja passageiros suficientes para lotá-lo.

Volta ao batente

A Assembleia Legislativa reinicia suas atividades nesta quarta-feira (1), podendo trazer novidades que a mídia não foi capaz de revelar, por diversas razões. Nada supera, em termos de comunicação, a
transmissão ao vivo de uma sessão plenária por um canal de televisão. A TV Assembleia pode não ter a maior audiência, mas é a única que transmite as sessões ao vivo. O que se espera na reta final da
campanha é que oposição e base aliada do governo se comportem de forma a não desobedecer a lei eleitoral. O regime militar acabou com a censura, mas a autocensura é permitida.

Água na boca

Uma das diversões dos jovens de Teresina na década de 1960 era chupar limão na frente da banda de música, quando ela fazia a retreta. A salivação dos músicos provocava desafinação nos instrumentos. O que fariam esses jovens nos dias atuais, ante um grupo de manifestantes que estivesse fazendo greve de fome ao ar livre, como já devem estar fazendo os adeptos de Lula em frente ao Tribunal Federal? Eles
simplesmente levariam pratos saborosos para a frente do grupo. Seria até divertido.

O humor de cada dia

Um rapaz não querendo comer em casa foi à procura de um restaurante.
Quando se deparou com o primeiro que viu na rua dirigiu-se à entrada e
nela tinha uma placa assim dizendo:
"- Quem fizer o pedido só em F não paga nada."
E o rapaz entrou. Sentou-se numa mesa e chamou a garçonete:
"- Faça favor formosa flor."
Ela disse: "- O que deseja?"
"- Frango frito feito farofa."
"- Água?"
"- Fria."
"- Café?"
"- Forte fervendo."
"- Seu pai?"
"- Francisco Ferreira Filho."
"- Trabalha?"
"- Fui ferreiro."
"- Fazia o que?"
"- Foice, facão, ferrolho, fechadura."
"- Largou?"
"- Fui forçado."
"- Porque?"
"- Faltou ferro."
"- Mora aonde?"
"- Fortaleza."
"- Bom! Aqui você num paga nada."
"- Ficando fiado fico freguês."
Nisso um cara sentado numa mesa ao lado se levanto e disse:
"- Esse viado só fala em F?"
E o rapaz disse:
"- Fique frio fresco."

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