Assassinato de petista sem repercussão

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 Foto: Reprodução


O que sempre chamou atenção nesses escândalos de corrupção que já
levaram muitos figurões à prisão foi o fato de que ninguém matou
ninguém, até poucos dias atrás. As pessoas se perguntavam: “que
organizações são essas, que não utilizam pistoleiros”? A pergunta
deixou de ser feita no dia 17 de janeiro último, com o assassinato do
ex-vice-prefeito de Ourolândia, no Estado da Bahia, o popular Roberto
do PT.

 Roberto era empresário e mantinha em seu nome o diretório municipal
do PT. Ele teve um papel de destaque na expansão da legenda na região,
e chegou a ser apoiado pelo ex-governador Jaques Wagner e o deputado
federal Nelson Pellegrino, mas acabou sendo isolado por membros do
partido baiano, sobretudo após colaborar com a Operação Lava Jato, no
fim do ano passado.

 Em sua última edição, a revista Veja publicou ampla reportagem sobre
o assassinato do vice-prefeito, que foi emboscado na porta de sua
empresa, por um sujeito que antes já tinha ficado de plantão, fingindo
ser um desempregado à procura de trabalho. Antes da revista, o fato
foi praticamente ignorado, mesmo pelos veículos a serviço da esquerda
e do PT. Destaco abaixo um pequeno trecho de matéria publicada no site
da Veja.

 A morte do ex-vice-prefeito foi ignorada pelos seus companheiros de
partido. O PT, que governa a Bahia há onze anos, não divulgou uma nota
sequer sobre o assassinato do empresário. Procurada, a assessoria de
imprensa do PT da Bahia disse que não iria se manifestar, porque
Roberto Soares “não era mais” do partido há muito tempo. Procurada, a
assessoria de imprensa do PT nacional disse o contrário – que o
empresário continuava filiado ao partido mas que não divulgou nota
sobre a sua morte porque “passou batido”. Em Ourolândia, as homenagens
ao ex-vice-prefeito se limitaram a velar o seu corpo na Câmara de
vereadores. Nenhuma liderança petista expressiva compareceu ao local.

Escolas podem voltar

A Prefeitura de Teresina estuda a possibilidade de ajudar as escolas
de samba através do sistema de parcerias público-privadas (PPPs). A
notícia foi dada pelo presidente da Fundação Cultural Monsenhor
Chaves, Luís Carlos Martins, mas isso é só para o carnaval de 2019.
Sem escolas de samba não se pode pensar em carnaval de rua. Na década
de 1960 o carnaval se resumia ao corso e aos bailes de clubes. Não
havia a influência da televisão mostrando o carnaval do Rio de
Janeiro.

Rodoanel e C. de Convenções


O governador Wellington Dias definiu o Rodoanel e o Centro de
Convenções como obras a serem inauguradas neste ano de 2018. São duas
obras que se arrastam ao longo do tempo, cada uma com suas
particularidades. Sobre o Rodoanel a desculpa pelo atraso é a falência
da construtora, o que obrigou o governo a fazer nova licitação. Para o
Centro de Convenções não há desculpas. O Rodoanel era para ter sido
entregue em dezembro do ano passado.

Ausências repercutem

Escreveu o jornalista Cláudio Barros, no facebook: “Como forma de
protesto, oposição não compareceu à leitura da mensagem de Wellington
Dias aos deputados estaduais, a última no atual mandato do governador.
O presidente da Assembleia Legislativa, Themistocles Filho, preferiu
ir a um encontro de deputados estaduais com o presidente Temer, que o
partido do governador chama de golpista. O senador Elmano Férrer
também bateu ponto ontem no Palácio do Planalto”.

As gravatas do Efrém

O jornalista Efrém Ribeiro noticiou no facebook que comprou quatro
gravatas importadas numa loja do bairro Dirceu Arcoverde, por apenas
R$ 10 reais. Para tirar minhas dúvidas, tive que ouvir pessoalmente o
colega, e ele confirmou. Efrém ainda não sabe quando usará as
gravatas. Certamente aguardará um “queima” de paletós, pois os que ele
usa atualmente não servem para gravatas, mas tão somente para lenços
vermelhos.

Entulhos no viaduto

O viaduto da Avenida Miguel Rosa foi inaugurado, mas o que sobrou
debaixo dele chama a atenção de todos os que passam por lá. São
entulhos que separam as duas passagens por baixo da obra, causando uma
só indagação: de quem é a obrigação de retirar tais entulhos, do
Estado ou da Prefeitura? Quem vem do bairro Dirceu Arcoverde para
pegar a Miguel Rosa não entende o porquê da existência de um muro sem
serventia nenhuma, tornando a pista mais estreita

Hospital em crise

A crise no hospital regional Tibério Nunes, em Floriano, vinha sendo
denunciada pelo deputado Gustavo Neiva, mas veio o recesso da
Assembleia e não se soube mais de nada, até que o diretor, Ancelmo
Jorge, entregou o cargo. Ancelmo denunciou que o orçamento que o
hospital recebe não é suficiente para pagar todos os funcionários e
fornecedores de material hospitalar. Com a saída de Ancelmo, a
Secretaria de Estado de Saúde (Sesapi) informou que o enfermeiro Edmar
Figueiredo assumirá a direção do HTN. Com a reabertura da Assembleia,
o deputado Gustavo Neiva deve trazer mais detalhes sobre a crise no
hospital.

W. Dias e a segurança

O discurso do governador Wellington Dias sobre a segurança pública no
país está mais para Bolsonaro do que para Lula. Ele não defendeu que a
sociedade seja rearmada, mas considerou necessário e urgente o combate
à entrada de drogas e armas pelas fronteiras. O governador sabe muito
bem em que gestão a sociedade foi desarmada. Só podia ter sido na
gestão de Lula, que embarcou na “tese furada” da esquerda. A solução
teria que ser mesmo o desarmamento, mas começando pelos bandidos.
Acontece que bandido vota neste país.

O humor de cada dia

SOBRE CASAMENTO

- O casamento é tão ruim que deu origem à sogra

- Se casamento fosse bom não precisava de testemunha

- Se casamento fosse pecado a convivência seria a penitência

- Casamento no cartório é caminho ao purgatório. Casamento no clero é
caminho ao cemitério. Casamento na fogueira é fogo a vida inteira

- Casei-me pra ter mulher/comida e roupa lavada/hoje tenho tudo isso/
e mão pago empregada.

- Namorou por correspondência, casou por procuração e o único filho
que teve foi por inseminação artificial.

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