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Assaltos a carros fortes já são vistos como rotina

Os dois últimos assaltos a carros fortes no Piauí não tiveram a repercussão política de episódios menores que foram temas de discursos na Assembleia. É como se tais assaltos já sejam considerados rotina.

Contudo, as emissoras de televisão dedicaram amplos espaços ao duplo acontecimento. Os assaltos foram realizados nas BRs – 343 e 316. O que mais chamou a atenção foi a utilização de uma carreta para
interditar a rodovia e impedir a passagem do carro forte da empresa SET – SEG. Os bandidos demonstraram possuir forte estrutura para realizar seus assaltos, inclusive utilizando armas mais poderosas que
as da polícia. Apenas um funcionário da empresa Prossegur sofreu um ferimento durante a troca de tiros, mas estaria fora do risco de morte.


Como já foi amplamente noticiado, os assaltos ocorreram em pontos distantes um do outro, um entre as cidades de Altos e Campo Maior e outro na localidade Estaca Zero, próximo à entrada para a cidade de
Floriano. A polícia não tem dúvidas de que os dois assaltos foram praticados por pessoas de uma mesma organização.


Com a informação de que as armas utilizadas nos dois assaltos são mais possantes que as da polícia, nada impede que os bandidos realizem tantos assaltos queiram. A possibilidade de que os assaltantes poderão ser presos não significa intimidação à organização que está por trás de tudo. Ela deve ter uma equipe numerosa.


Apelo ao governador

Embora seja um crítico ferrenho do governador Wellington Dias, o deputado Robert Rios dirigiu a ele um apelo até certo ponto carinhoso na sessão da última terça-feira. Pediu que o governador cancelasse sua
viagem ao exterior, em face do momento difícil que o Estado atravessa, com atraso no pagamento dos terceirizados. A bancada do governo não comentou o pedido do colega oposicionista.


Debate sobre terceirizados

A deputada Juliana Moraes Souza contestou declaração do seu colega e conterrâneo, Dr. Hélio, de que os funcionários terceirizados do Hospital Dirceu Arcoverde, da cidade de Parnaíba, estariam com seus
pagamentos em dia. Ela disse que a informação não era verdadeira. Ela falou no tempo de dois minutos, destinados aos pequenos avisos, mas o seu colega fez um discurso longo, reafirmando a informação de que o pagamento estava em dia. Ele pediu à colega que questionasse a informação sem ofendê-lo.

Pesquisa caduca

Em entrevista ao portal GP1, a senadora Regina Souza disse que a pesquisa que a colocou em quarto lugar na preferência do eleitor para o pleito deste ano representa o momento. Como a tal pesquisa só teve
sua divulgação quase um mês após as consultas, o momento já se perdeu no tempo. Pode ocorrer que hoje a senadora esteja mais bem colocada. Uma pesquisa não deve passar muitos dias sem ser divulgada, sob pena de perder o sentido.

Luciano no interior

O deputado Luciano Nunes quer acabar com a fama negativa do PSDB, de partido apenas da capital. Ele anuncia uma série de visitas ao interior, no estilo caravana do ex-ministro João Henrique Souza (MDB).
O tucano realizará o seminário “O Piauí pode dar certo: ideias para transformação” nas principais cidades do Estado. Os seminários terão início já neste mês de fevereiro e seguem até julho, véspera das
convenções, quando os partidos irão de fato definir os candidatos. O primeiro seminário já acontece na sexta-feira (23), no município de Piripiri.

Regina lamenta saída de ministra

A senadora Regina Souza chamou o governo Temer de machista, ao tempo em que lamentou a saída de Luislinda Valois do Ministério de Direitos Humanos. A senadora enfatiza que a ministra era a única mulher no governo Temer, que ela chama de "desgoverno, mas pondera que, ainda assim, Luislinda não representava a causa feminina, "mas dava uma melhorada na face machista deste desgoverno".

Indagação curiosa

O cartunista Albert Piauí faz uma indagação curiosa no facebook: “Qual intervenção armada você prefere? A federal ou a dos bandidos”? As duas são de bandidos. Por isso nenhuma, respondeu Joaquim Monteiro. O cartunista insistiu: “Quero saber o que você faria, agora. Faz de conta que teu bairro, em Teresina, está sob intervenção armada por bandidos”. A ironia prosseguiu em outros comentários, como fez Everton Sobral: “A intervenção federal é comandada pelas forças armadas e as armas dos bandidos são armas de uso exclusivo das forças armadas, ou seja, nos dois casos é intervenção federal.

Pesquisa


Escreveu o jornalista Marcos Melo, em seu site Política Dinâmica, cujo texto foi postado no facebook: “A pesquisa feita pelo Instituto Amostragem (PI-00411/2018) apontou 70,80% de intenção de voto no
governador Wellington Dias (PT). Mas a gente leu direitinho os dados e explica agora que não é bem assim: 63,94% dos piauienses não sabem em quem votar nas eleições de 2018 para governador. E mais: 54,35% dos eleitores do Piauí querem mudar o governo”. A referida pesquisa foi a mais questionada dos últimos anos e seus dados podem causar mais prejuízo do que vantagem aos “favoritos”.

Lula e a intervenção

Lula não se entrega. Ele continua motivado a se manifestar sobre tudo o que se passa no país. O texto abaixo, publicado no poartal brasil247 diz tudo: “O ex-presidente Lula, que está em Belo Horizonte nesta
quarta-feira, 21, atacou a intervenção militar no Rio e disse que a atuação do Exército nas favelas cariocas é inadequada; "As nossas Forças Armadas não foram preparadas para isso. Tenho uma preocupação
porque sei que esse é um tema que mexe com todos os brasileiros, sobretudo os mais pobres", disse ele em entrevista à rádio Itatiaia; para Lula, a ação do governo é uma "pirotecnia"; "Eu temo que essa
intervenção no Rio de Janeiro seja uma coisa de pirotecnia, de interesse político. O Temer sabe que o que tirou a Reforma da Previdência da pauta foi a pesquisa dizendo que os deputados não iriam
votar"

O humor de cada dia


O comentarista esportivo Carlos Said transmitia um jogo de futebol entre um time do Piauí e outro do Rio de Janeiro, usando com freqüência a expressão ”suspendeu a bola para Sima”. Foi o bastante
para que radialistas da cabine ao lado fizessem criticas ao locutor piauiense, por acharem que ele estaria cometendo grave pleonasmo. Ao tomar conhecimento das críticas dos colegas cariocas, Carlos Said
reagiu da seguinte forma: “esses apedeutas estão pensando que eu sou analfabeto, mas não sabem que no nosso time tem um jogador chamado Sima, e que eu me referi à suspensão da bola, de outro jogador para ele”

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