5000onon

Agressões às caravanas de Lula não foram previstas


  Foto: Diego Vara/Reuters

"Buracos de bala são vistos em ônibus após caravana do ex-presidente Lula pelo Sul do país ser alvejada no trecho entre as cidades de Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no Paraná" title="Buracos de bala são vistos em ônibus após caravana do ex-presidente Lula pelo Sul do país ser alvejada no trecho entre as cidades de Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no Paraná".

Não foi previsto por ninguém o que está acontecendo com o ex-presidente Lula e suas caravanas no sul do país. Não consta que alguém tivesse estimulado a violência com pedras e por último com disparos de arma de fogo contra ônibus transportando seguidores do ex-presidente no Estado do Paraná. Prevista foi a prisão do petista, já que ele foi condenado e teve essa prisão decretada.

Os discursos contra Lula nas duas casas do Congresso Nacional não estimulam a violência contra as caravanas. Apenas a senadora Ana Amélia foi acusada pelo seu colega Lindbergh Farias de ter comemorado as agressões sofridas pelo movimento petista no Rio Grande do Sul, quando já haviam atirado ovos e pedras na direção de Lula, enquanto ela discursava.

As notícias da última terça-feira dão conta de que o comboio de Lula foi atacado entre as cidades de Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul. Fotos mostraram marcas de ao menos três disparos na lataria de dois ônibus, sem que ninguém tivesse sido ferido. Os portais de notícias deram a informação citando o PT como fonte. O brasil247 afirmou que houve uma tentativa de atentado contra Lula.

O curioso em tudo o que está acontecendo é a forma como Lula vem sendo tratado nas redes sociais. Há uma expectativa muito grande sobre o que o STF vai decidir no dia quatro de abril. Outra curiosidade é o que está denunciando o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, ameaças contra sua família. As duas ameaças não podem estar partindo de uma mesma fonte. Só o tempo dirá quem está por trás dessas duas novidades.

PT Saudações

Sob o título acima escreveu no facebook a pianista Carla Ramos: “Quando, eu, Creuza Martins. esse outro eu não lembro o nome e Rosário Bezerra. militantes aguerridas no desejo de mudança. Era a campanha de W Dias.. andávamos de mãos dadas na mesma direção. Hoje,  minha posição ante as consequências e os desmandos é totalmente contrária.

Coisas da vida e da democracia plena que eles insistem em arruinar! Acreditei, mas nada é para sempre. Não me deixo iludir por ideologias fajutas. Por isso sou consciente da oposição que faço”

Dois pesos e duas medidas

Se fosse feita uma pesquisa sobre prisão domiciliar para Paulo Maluf o resultado seria a favor. É que o parlamentar afastado sofre de câncer de próstata, diabetes, problemas cardíacos e ortopédicos. Não foi por acaso que ele foi internado em um hospital particular de Brasília. Enquanto isso, o ex-presidente Lula vive percorrendo o país com suas caravanas, fazendo campanha para presidente, apesar de ter prisão decretada.

Bancadas distantes


As bancadas do governo e da oposição estão a milhões de quilômetros de distância uma da outra. Enquanto a oposição pede informações sobre prestação de contas de empréstimo recente, o líder do governo, deputado João de Deus, apresentou requerimento à Caixa Econômica Federal, querendo saber se recursos de antigos empréstimos foram depositados na conta única do Estado. Seria justificar os erros do presente com os do passado?

Líder com moral

O líder do governo na Assembleia, deputado João de Deus (PT), se despediu do cargo cheio de moral, pois recebeu apartes de todos os colegas reconhecendo sua atuação pacífica e respeitosa para com a oposição. O crítico mais ferrenho do governo, deputado Robert Rios, reconheceu as qualidades do colega, afirmando que não estará na Casa, na próxima legislatura, mas desejando que João de Deus se eleja eleito. Em agradecimento, o líder pediu desculpas se por acaso cometeu alguma injustiça contra os colegas.

Fiscal atuante

Um fiscal da Strans varria e passava um pano molhado no piso de uma das novas estações de passageiros da Avenida Miguel Rosa. A pergunta que não quer calar é esta: onde ele arranjou água pra molhar o pano, se as novas estações não possuem o precioso líquido? Além do mais, fazer limpeza não é função de fiscal de trânsito. Futuramente a Prefeitura poderá exigir que a limpeza seja feita pelos passageiros.

As novas estações de passageiros não precisavam ser tão suntuosas, mas sim que atendessem as exigências sanitárias.

Lanterna em vacinação

O deputado estadual Rubem Martins (PSB) mostrou cópia do relatório do Ministério da Agricultura e Pecuária sobre o combate à febre aftosa no país, onde o Piauí aparece como “lanterna” no índice de vacinação”. Rubem Martins lembrou que no governo Wilson Martins o Piauí recebeu em Paris o título de estado livre da aftosa e agora tem apenas 73% de cobertura vacinal. O deputado João Madison, criador de gado no sul do Estado, não estava presente para rebater a fala do colega da oposição.

Protesto de Marina

Publicou Marina Silva, no facebook: “Repudio veementemente as ameaças que vem sofrendo o ministro do STF, Edson Fachin, e sua família, e os tiros disparados contra a caravana do ex-presidente Lula. O uso da violência com motivações políticas é uma afronta ao regime democrático. Devemos lutar pelo direito a livre manifestação e pelo respeito às instituições da Justiça, que são preceitos constitucionais e alicerces fundamentais da nossa democracia”.

O humor de cada dia

Sanfoneiro do interior era tido como atrasado em seu repertório, até que surgiu o rádio a pilha. Foi então que ele prometeu aos estudantes que passavam férias em sua localidade um repertório novo nas férias seguintes. Só que isso não aconteceu. Os estudantes voltaram ansiosos pelas músicas do novo repertório do tocador, mas no primeiro baile que ele animou só tocava as mesmas velhas canções. Cobrado sobre as músicas aprendidas no rádio ele passou a cantar: “meu povo, a decisão/ agora está em suas mãos/no dia seis vamos dizer que não/ não e não”.

Era a propaganda do plebiscito no governo João Goulart, que saia de cinco em cinco minutos. Só assim o tocador aprendeu.


Dê sua opinião: